Petrobras (PETR3) oferece nova precificação para gás; Cielo (CIEL3) confirma crédito a pequenas e médias empresas

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Wikipedia

A Petrobras (PETR3 PETR4) informa que aprovou novos modelos contratuais para venda de gás natural às distribuidoras.

A companhia vai oferecer além das modalidades hoje existentes, indexadas ao preço do petróleo tipo Brent, uma alternativa de precificação com menor volatilidade, sem abrir mão do alinhamento com os preços  internacionais.

O novo modelo será indexado aos preços do Henry Hub, uma referência que serve de benchmark para novos projetos de  liquefação nos EUA.

Segundo a empresa, a nova  fórmula  ainda  será  negociada  com  clientes,  e  não necessariamente implicará impactos materiais nos preços.

Além disso, não haverá mudanças na parcela de transporte do preço do gás. Os estudos para oferta destes  novos  modelos  contratuais  começaram  em  2020 e  fazem  parte  do processo de mudança iniciado em 2019, informa a companhia.

“A escolha (com indexador Henry Hub ou Brent) poderá ser feita a critério do cliente, atendendo a demandado mercado por  mais flexibilidade  nas  fórmulas  de  preço. A  fórmula  de  precificação  será anunciada tão logo sejam concluídas as negociações comerciais”, diz a Petrobras.

Cielo (CIEL3) confirma crédito a pequenas e médias empresas

Líder de pagamentos eletrônicos por meio das “maquininhas” de cartão no varejo, a Cielo, controlada pelo Banco do Brasil e pelo Bradesco, agora vai explorar também o mercado de crédito para pequenas e médias empresas.

Segundo comunicado emitido nesta segunda-feira (3), a empresa concluiu a estruturação de fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC).

O FIDC,  cuja  administração  e  gestão  será  exercida  pela  Oliveira  Trust  DTVM,  conta  com  aportes  do BNDESPar de até R$ 450 milhões em cotas sênior, sendo R$ 200 milhões imediatamente na conclusão de sua  estruturação  e  o  restante  mediante  chamadas  de  capital  futuras.

A  Cielo,  por  sua  vez,  irá  aportar R$ 79,4   milhões   em   cotas   subordinadas,   de   forma   que o   FIDC   poderá   chegar   a   um   capital   de aproximadamente R$ 529,4 milhões.

Randon (RAPT4) adquire corretora RAR

A Randon (RAPT4) divulgou comunicado informando a aquisição de 100% da corretora RAR por R$ 14,065 milhões, a serem pagos à vista, nesta segunda-feira.

Segundo o comunicado, o valor foi baseado  em estudo  de  avaliação  da  RAR  elaborado por  terceiro independente  (PricewaterhouseCoopers), considerando possíveis futuros cenários para a RAR e utilizando o método de fluxo de caixa descontado.