Petrobras (PETR4) amplia investimentos no norte do Brasil

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
1

Crédito: Arquivo/Agência Brasil

A Petrobras (PETR4) anunciou a ampliação de investimentos no norte do Brasil.

A empresa informa que assinou com a empresa BP Energy do Brasil Ltda (BP) acordos visando assumir a integralidade das participações da BP em seis blocos, localizados em águas ultraprofundas no norte do Brasil, a aproximadamente 120km do estado do Amapá, em fronteira exploratória de alto potencial na margem equatorial brasileira.

Os seis blocos dos acordos, segundo a Petrobras, são: FZA-M-57, FZA-M-59, FZA-M-86, FZA-M-88, FZA-M-125 e FZA-M-127, que foram adquiridos pelos consórcios na 11ª Rodada de Licitação de Blocos da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ocorrida em 2013.

Os blocos FZA-M-57, FZA-M-86, FZA-M-88, FZA-M-125 e FZA-M-127 pertencem à Petrobras (30%), Total (40%) e BP (30%).

A Petrobras já havia assinado acordo para assumir a operação e a integralidade das participações da Total nestes contratos, sujeito ainda à aprovação da ANP, conforme  divulgado ao mercado em 28 de setembro de 2020.

O bloco FZA-M-59 pertence ao consórcio envolvendo a Petrobras, com 30% de participação e operadora, e a BP (70%).

O acordo com a BP permitirá que a Petrobras detenha 100% de participação nesses seis blocos.

A concretização da operação está sujeita ainda às aprovações dos órgãos reguladores. Esta transação está em linha como Plano Estratégico 2021-2025, que prevê novas frentes exploratórias fora das bacias do Sudeste, e faz parte do processo de gestão de portfólio da companhia, priorizando investimentos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultraprofundas, visando a maximização de valor para os acionistas.

BB (BBAS3) reapresenta proposta da administração

O BB (BBAS3) informou que reapresentou a proposta de administração e o manual de participação dos acionistas em razão da indicação pelos minoritários de Fernando Florêncio Campos para o cargo de Conselheiro de Administração.

Os votos encaminhados permanecem válidos, podendo ser alterados se o acionista encaminhar nova instrução de voto até o dia 22.04.2021.

A fim de evitar que a instrução de voto possa ser considerada conflitante, é recomendável que o acionista encaminhe  sua eventual nova instrução pelo mesmo meio utilizado anteriormente.

Unipar (UNIP6) emite R$ 350 milhões em debêntures

A Unipar (UNIP6) anunciou a emissão de debêntures  no valor de R$ 350 milhões.

A 6ª emissão da companhia terá valor unitário de R$ 1 mil.

A data de emissão é 29 de abril de 2021.

Do valor total, R$ 117 milhões serão destinados à debênture de primeira série e R$ 233 milhões às debêntures de segunda série.

O público alvo da oferta é exclusivamente investidores profissionais.

Os recursos líquidos obtidos pela companhia com a emissão serão integralmente utilizados,  no âmbito dos negócios de gestão ordinária da emissora para alongamento do perfil de endividamento da companhia.

Ecorodovias (ECOR3): tráfego aumento 10% em 2021

A Ecorodovias (ECOR3) registrou aumento de 10,4% no tráfego consolidado das rodovias no acumulado de 2021 em relação a 2020.

Na última semana, de 29 de março a 4 de abril de 2021 houve aumento de 38% em relação a 29 de março a 4 de abril de 2020.

No comparativo com 2019, quando não havia os impactos do coronavírus, o aumento foi de 16% de 2021 para 2019.

CCR (CCRO3): AutoBan tem queda de 1% no tráfego do primeiro trimestre

A AutoBan, controlada pela CCR (CCRO3), registrou queda de 1% no tráfego do primeiro trimestre  de 2021 comparado com 2020.

Os veículos comerciais tiveram alta de 10% no tráfego, e os de passeio tiveram queda de 13,7%.

Mas, na última semana de março, houve aumento expressivo de tráfego: 36,6%.

Assim, de 26 de março a 1 de abril, houve aumento de 78,8% no tráfego dos veículos de passeio e de 21,4% nos veículos comerciais.