Petrolíferas ainda investem em fontes poluentes; veja mais destaques

Redação EuQueroInvestir
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Divulgação

Praticamente todas as grandes companhias de petróleo e gás vão contribuir ainda mais com a crise climática até 2030, afirma relatório do Oil Change International (OIC), segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo.

Conforme relatório do instituto de pesquisa especializado na indústria de petróleo grandes companhias de petróleo americanas (Chevron e ExxonMobil) e europeias (British Petroleum, Equinor, Repson, Shell, Eni e Total) pretendem aumentar sua produção e, consequentemente, a emissão de carbono na atmosfera até 2030.

No Brasil, a Petrobras (PETR3 PETR4) segue o mesmo caminho, afirma o Estadão.

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Apesar de não ter sido citada no documento, o petróleo do pré-sal vai seguir puxando a produção da companhia.

“Nenhuma delas (petroleiras) liberou um compromisso ou plano de sustentabilidade que atenda aos critérios mínimos de alinhamento com o Acordo de Paris”, afirmou.

Nova CPMF

Segundo o Estadão, a tentativa do governo de acordo de apoio da reforma tributária da Câmara em troca da criação da “Nova CPMF” gerou reação de empresários contrários ao ressurgimento do tributo.

Adicionalmente, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), avisou a interlocutores, conforme o Estadão, que a criação do imposto dificilmente passará no Congresso.

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, já alertou para o efeito negativo da criação do imposto na retomada econômica.

Entre eles, teria forte impacto nas operações de crédito, sendo mais um entrave para reduzir o elevado custo do crédito no País.

Reforma tributária

O Estadão informa que Estados deflagraram articulação com o Congresso Nacional para incluir na reforma tributária dois fundos bilionários de compensação.

A ideia é tentar contornar a resistência da equipe econômica a esses repasses, que somariam R$ 485 bilhões em dez anos.

“O impasse é considerado um dos pontos mais delicados das negociações”, afirma a publicação.

A presidente da CCJ do Senado, Simone Tebet (MDB-MS) defendeu um “freio de arrumação” na reforma tributária e afirmou que pretende trazer o ministro da Economia, Paulo Guedes, para prestar esclarecimentos.

STF

Celso de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu antecipar sua aposentadoria da corte, por conta de razões “estritas” de ordem médica.

Dessa forma, o ministro deverá se desligar do STF em 13 de outubro, abrindo espaço para a nomeação de um novo ministro pelo presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o Estadão, o favorito para ocupar a cadeira é ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira.

Já a Folha de S.Paulo, destaca que o ministro da Justiça, André Mendonça, também está no páreo.

Enquanto isso, líderes evangélicos, como Silas Malafaia, e o filho mais velho do presidente, Flávio Bolsonaro, tentam emplacar o nome do juízo federal William Douglas, acrescenta a Folha.