Pelo menos 41 vacinas contra o coronavírus estão em desenvolvimento

Rebeca Torres
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Crédito: Geralt / Pixabay

Uma corrida contra o tempo está sendo feita em busca de um antídoto que seja capaz de combater o novo coronavírus. De acordo com um estudo da OMS, atualmente pelo menos 41 vacinas contra a doença já estão sendo desenvolvidas, sendo duas em avaliação clínica, com testes em humanos, nos EUA e na China, segundo reportagem feita pelo portal Último Segundo do IG.

Existem também outras iniciativas que não foram notificadas pela organização, como as feitas por pesquisadores do Incor (Instituto do Coração), em São Paulo, ainda em fase pré-clinica.

Desse modo, mesmo que os estudos pareçam estar em estado avançado, especialistas e a própria indústria farmacêutica deixam claro que ainda será necessário o prazo de um a dois anos para que a vacina esteja de fato disponível. Pois, os testes seguem protocolos rígidos para que seja garantida não só sua eficácia mas sua segurança para uso em humanos.

Sobre isso, o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha, explica que as vacinas as quais temos hoje disponíveis nas redes públicas e particulares, demoram, em média, oito a dez anos para estarem disponíveis às pessoas.

”Há muitas vacinas candidatas contra o coronavírus, mas muitos desafios também. O primeiro deles é como lidar com os diversos degraus de um processo de desenvolvimento, da fase 1 até a fase 4. Em um momento crítico, essas fases talvez não possam ser inteiramente respeitadas”, destacou Cunha.

Contudo, mesmo que todos os processos científicos sejam respeitados e ocorram o mais rápido possível, ainda é preciso passar pela etapa industrial, onde acontece o desenvolvimento e a produção em escala, o que terá um alto custo.

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