Nesta sexta-feira (30), foi divulgado o PCE, índice de preços de gastos com consumo nos EUA, medida usada pelo Federal Reserve, banco central americano, como indicador oficial de inflação.
O PCE subiu 0,5% em março na comparação com fevereiro. O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, avançou 0,4% no período.
Na comparação anual, o PCE subiu 2,3% e seu núcleo aumentou 1,8% em março.
O resultado mensal veio em linha com o que o mercado aguardava, mas o núcleo veio um pouco diferente do projetado, que era de 0,3% na base mensal e de 1,9% na anual.
A meta do Fed é de inflação a 2% ao ano. No entanto, o banco central vem reiterando que a alta acima da meta por alguns meses é natural em um cenário de retomada da economia e, se houver, será transitória.
Outros dados divulgados pelo Bureau of Economic Analysis (BEA), do Departamento de Comércio, foram os gastos com consumo, que subiram 4,2% em março ante fevereiro, segundo dados com ajustes sazonais. A projeção era de 4%.
Já a renda pessoal teve um salto considerável: 21,1% no mesmo período, superando o ganho de 20% projetado pelo mercado.
Segundo o relatório, o aumento na renda pessoal em março reflete o aumento nos benefícios sociais do governo, dentro do pacote de US$ 1,9 trilhão de auxílio à pandemia do governo Joe Biden.
Evolução da renda pessoal

Reprodução/BEA






