Em viagem aos Estados Unidos, Paulo Guedes minimiza alta do dólar

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

Crédito: Pete Linforth por Pixabay

O dólar está alto e não há problema nisso. Essa é a opinião do ministro da Economia, Paulo Guedes, que está em Washington, Estados Unidos, onde participa do Fórum de CEOs Brasil-EUA até esta terça (26).

O ministro afirmou não estar preocupado com a valorização da moeda americana, que na segunda-feira (25) alcançou o recorde de R$ 4,21.

“O dólar está alto. Qual o problema? Zero. Nem inflação ele está causando. Vamos importar um pouco mais e exportar um pouco menos”, minimizou.

Ele também afirmou que “é bom” o brasileiro se acostumar com juros mais baixos e com o câmbio mais alto “por um bom tempo”.

Guedes: se Petrobras fosse empresa privada, grevistas seriam demitidos 

Guedes também foi polêmico quanto à greve dos petroleiros. Afirmou que, se estivessem em uma empresa privada comandada por ele, os grevistas seriam demitidos.

“Você tem excelentes salários (na Petrobras), bons benefícios, você tem quase estabilidade de emprego e tenta usar o poder político para tentar extrair aumento de salário no momento em que há desemprego em massa? Se fosse uma empresa privada e eu fosse o presidente de uma empresa privada, eu sei o que eu faria”, afirmou o ministro. Mas frisou que o governo não estuda a privatização da Petrobras e nem articula demissões dos grevistas.

Guedes também confirmou que a reforma tributária será feita em etapas, começando no final do ano.

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