Pandemia: economia do Reino Unido pode encolher 14%, diz Banco Central

Marcelo Hailer Sanchez
Jornalista, Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Pesquisador em Inanna (NIP-PUC-SP). Trabalhei nas redações do Mix Brasil, Revista Junior, Revista A Capa e Revista Fórum. Também tenho trabalhos publicados no Observatório da Imprensa e revista Caros Amigos. Sou co-autor do livro "O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente" (AnnaBlume).
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Crédito: Reprodução Pexels

No mundo

De acordo com último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) há, até este momento, 3,7 milhões de casos confirmados e mais de 263 mil mortes.

Brasil

Último informe do Ministério da Saúde informa que, até este momento, há no Brasil 125.218 casos confirmados e 8.536 mortes.

Economia do Reino Unido pode encolher 14%

O Banco da Inglaterra declarou que a economia do Reino Unido pode encolher 14% em 2020, com uma forte retração esperada no primeiro semestre do ano, informa a CNBC.

Taxas de juros foram cortadas duas vezes pelo Banco Central desde o início da pandemia causada pelo coronavírus, mas, o BC manteve as taxas estáveis em 0,1%.

O Banco Central do Reino Unido também votou pela continuidade do programa de compra de ativos de 200 bilhões de libras esterlinas (US$ 247,55 bilhões).

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, o Reino Unido tem, até este momento, mais de 202 mil casos, um dos registros de casos de coronavíus mais alto do mundo. O número de mortos já passou de 30 mil mortos, o segundo maior índice da Europa.

Rússia registra mais de 11 mil novos casos nas últimas 24 horas

O governo da Rússia revelou que, nas últimas 24 horas, foram registrados 11.232 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas. Até este momento, o mais alto pico de novos casos de infecção pelo vírus.

Ainda segundo números divulgados pelo governo russo, até este momento há no país 177.160 casos confirmados de coronavírus. O número de vítimas fatais é de 1.625.

Nova Zelândia avalia reabrir comércio e retomar aulas

Na manhã desta quinta-feira (7), a primeira-ministra, Jacinda Ardern, declarou que as lojas podem reabrir e as viagens domésticas serem retomadas, se houver um consenso de que, a partir da semana que vem, a quarenta pode se tornar mais flexível, informa a Reuters.

Desde o dia 28 de abril que o governo da Nova Zelândia tem afrouxado as regras da quarentena e está considerando passar do nível 3 para o 2 do alerta nacional. Se houver essa mudança, as pessoas poderão encontrar amigos, familiares e fazer compras. Porém, o distanciamento físico deve continuar a ser praticado pelos cidadãos.

Em declaração, a primeira-ministra, Jacinda Ardern, disse que, caso o alerta passe para o nível 2, as aulas poderão retornar, funcionários ao trabalho, mas, as fronteiras do país continuarão fechadas. A decisão do governo deve ser divulgada na próxima segunda-feira (11).

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Alemanha registra mais de 1.200 casos nas últimas 24 horas

A Alemanha registrou 1.284 novos casos nas últimas 24 horas. Esse número representa um salto em relação às 947 novas infecções da terça-feira (6). Com isso, o número total de infectados saltou para 166.091 e o total de mortos é de 7.119, segundo dados do Instituto Robert Koch.

A chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou medidas de afrouxamento da quarentena, mas declarou que, se necessário, medidas mais rígidas podem ser adotadas novamente.