Foto:Andre Valentim – Direito autoral:© 2018 Abril Comunicações SA

“O Paulo Guedes é o meu posto Ipiranga.”

É assim que o presidente Jair Bolsonaro se refere ao economista Paulo Guedes, coordenador de seu plano econômico, sempre que precisa falar sobre economia, assunto do qual ele mesmo admite não entender.

Fundador do BTG Pactual e do Instituto Millenium, o ministro também e sócio da Bozano Investimentos. Guedes é PhD pela Universidade de Chicago, considerada o templo do pensamento econômico liberal.

Crítico ferrenho dos governos socialdemocratas do PT e do PSDB, Paulo Guedes propõe a privatização de tudo que for possível vender.

O discurso liberal amadureceu durante a campanha. Em entrevistas, o ‘posto Ipiranga’ costuma explicar que esse programa radical de privatizações será o pontapé inicial do projeto de ajuste fiscal, assim como as reformas estruturais.

“Você sabe qual é a função básica de um governo? Se você perguntar isso para um social-democrata, ele dirá que é saúde, educação. Mas não é isso. Essa pauta é recente na história, surgiu há uns 300 anos, depois da Revolução Francesa. A função básica de um governo é preservar vidas e propriedades, e surgiu 500 anos atrás, com Thomas Hobbes e depois com John Locke”, disse Guedes em entrevista ao infomoney.

“É o que o Bolsonaro está dizendo: preservar vidas e propriedades. Então o Bolsonaro está subindo porque ele significa uma expectativa de ordem sobre essa agenda que foi ignorada nos últimos 30 anos”, completou.

Mas afinal, quais consequências uma agenda liberal traria aos seus investimentos? Para explicar como as propostas de Paulo Guedes transformarão a macroeconomia brasileira, precisamos antes, voltar algumas décadas…

O Brasil que quase deu certo…

Imagine um cenário onde a renda dos brasileiros cresça anualmente, aeroportos lotados, aumento na venda de carros zero, boom imobiliário, aumento de emprego, empresas com estoques vendidos prontamente e pessoas saindo da pobreza para a classe média.

Parece bom demais para ser verdade ou algum devaneio de uma mente extremamente otimista?

E se eu te disser que um dia já fomos este país?

Falo do grande crescimento econômico ocorrido no Brasil, na década de 2000, a famosa “era Lula”.

Para muitos, o crescimento é diretamente creditado à figura  do ex-presidente , mas há também quem explique o fenômeno pela abertura do mercado chinês e o consequente aumento na exportação de commodities.

Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno, hoje mostrarei o que de fato ocorreu com a economia brasileira neste período e por que estou confiante de que a partir de 2019, o Brasil voltará a crescer no governo de Jair Bolsonaro.

*Um pequeno parênteses antes de continuarmos: Farei o máximo esforço para não misturar preferências políticas pessoais, focando apenas nos aspectos macroeconômicos.

Afinal, o crescimento econômico do início dos anos 2000  explica-se pela abertura do mercado chinês?

Sim e não. Explico: De fato, tivemos um crescimento considerável na exportação de commodities para a China, em especial, o minério de ferro e a soja, mas, nem de longe explica o nosso crescimento.

É evidente também, que toda a cadeia produtiva relacionada a estes setores obtiveram ótimos resultados (maquinário agrícola e venda de caminhões por exemplo).

Para que você tenha uma noção mais exata, os produtos manufaturados correspondem a menos de 5% de toda a exportação do Brasil para a China.

Outro fator relevante: A participação das exportações brasileiras no PIB (Produto Interno Bruto) representa menos de 12%.

Com estas duas informações, parece muito óbvio que não, não foi a China.

Chama o Meirelles

Para entendermos melhor este ponto, precisamos voltar até janeiro de 2003. O processo que conduziu Lula à vitória gerou pânico nos mercados em razão de seu discurso que prometia romper com “tudo que aí está”, erguendo bandeiras como a reforma agrária, calote nas dívidas, estatizações e maior proximidade aos sindicatos e movimentos sociais.

Tais razões fizeram com que houvesse uma considerável fuga de capital estrangeiro, trazendo a reboque a disparada do dólar e a forte subida do IPCA (principal índice que mede a inflação no país) encerrando 2002 em 12,5% (maior índice desde 1998).

Entretanto, na prática, o que ocorreu foi o surpreendente anúncio de uma equipe econômica extremamente ortodoxa e conservadora, liderada pelo brilhante Henrique Meirelles..

Ou seja, o primeiro acerto de Lula foi cercar-se de pessoas exclusivamente técnicas e não políticas, acerto que ao que parece, será repetido por Jair Bolsonaro e seu superministro: Paulo Guedes.

[box type=”info” align=”” class=”” width=””]Ao nomear seu “dream team”, Lula, e agora Bolsonaro, sinalizam ao mercado que os preços terão liberdade, que contratos serão cumpridos, que a política monetária será conduzida com mão de ferro por um Banco Central independente e principalmente: Uma política fiscal dura e austera.[/box]

Desta forma, o governo “conquistou o coração” do mercado financeiro ao elevar a SELIC (taxa básica de juros) para 26,50%, algo impensável para um governo de esquerda.

Ajustes duros como esse tendem a fazer com que as coisas piorem antes de começarem a melhorar. E foi exatamente assim nos seis primeiros meses de 2003: Consumo doméstico com queda de 11% e desemprego na casa dos 13%.

Passado este primeiro período de ajustes, os resultados rapidamente começaram a surgir: A inflação baixou de 17% para 5,2% no acumulado em 12 meses (o menor índice desde 1999). Soma-se a isto, uma surpreendente estabilidade política, resultando na confiança que se fazia necessária para que os investimentos retornassem ao país.

Todos estes ajustes ajudaram muito é claro, mas eles sozinhos também não explicam o crescimento neste período.

Perceba o incrível crescimento exponencial do crédito a partir de 2004

De fato, estes ajustes serviram de base para um fenômeno que como gosta de dizer o ex-presidente, “nunca havia sido visto na história deste país”: Aumento do crédito (quantidade de dinheiro “jogado” na economia pelos bancos) com uma taxa de inflação “comportada”.

Em tese, a expansão de crédito funciona por algum tempo, até que os preços comecem a subir, forçando o Banco Central a aumentar Selic e consequentemente, retirar o dinheiro de circulação.

No entanto, mesmo com a disparada no crédito ocorrida entre 2004 e 2011, a Selic ao contrário do que se esperava, manteve-se em ritmo de desaceleração, chegando à mínima de 8,75% ao final de 2010.

 

Para termos uma real ideia de quão raro é este fenômeno (aumento de crédito e redução dos juros), basta dizer que isto não acontecia desde 1914.

O curioso é que a explicação que soluciona esta equação é justamente o fator mais importante do nosso crescimento: A desvalorização do dólar.

Por que o dólar desvalorizou?

Para entendermos este ponto crucial de nossa tese, novamente é preciso voltar até 2003, mais especificamente ao mês de março, quando o governo americano iniciou a invasão do Iraque no intuito de derrubar Saddam Hussein.

A operação que prometia ser rápida (sustentada no sucesso da ostensiva realizada em 1991), acabou estendendo-se por quase toda a década, custando além de muito dinheiro, a vida de 4.487 militares americanos.

É bom lembrar que os Estados Unidos ainda lambiam as feridas do 11 de setembro e que em paralelo, militares americanos também ocupavam o Afeganistão.

Historicamente, guerras são péssimas para a moeda dos envolvidos, no sentido dos custos militares e demais custos indiretos que acabam por configurar-se em custos extra orçamentários. Também é verdade que o custeio destas operações é coberto com endividamento por parte dos governos envolvidos o que gera entre outras coisas, a inflação.

Outro registro importante é o da expansão forte de crédito também no mercado americano, o que como sabemos, culminou com a bolha imobiliária.

Abaixo, um gráfico com a evolução do dólar frente as principais moedas do mundo:

Todas estas premissas juntas, foram responsáveis pelo cenário perfeito para nós brasileiros: renda, emprego e consumo em alta, com preços controlados (face a desvalorização do dólar), o que permitiu que nosso ciclo de crescimento durasse muito além do previsto pela equipe econômica.

E o que isso tem a ver com o governo de Bolsonaro?

Uma filosofia muito utilizada no futebol, defende que tão importante quanto entender as razões que te levaram à derrota, é conhecer as razões que te levaram à vitória e isso, como bem sabemos, não foi o que ocorreu no Brasil.

Já no fim do segundo mandato de Lula, com a nova (e trágica) Matriz Econômica, seguida fielmente por sua sucessora Dilma Rousseff, ficou comprovado que o Brasil, infelizmente não soube (ao menos na época) porque venceu.

Ao meu ver, estamos diante de uma oportunidade ímpar de ajeitar a casa e vivermos um remake de uma nova “era Lula”, mas capitaneados (literalmente) agora, por Jair Bolsonaro.

Vejamos: se é verdade que a crise agora é mais profunda, também é correto afirmar que a lição pôde ser aprendida, ou seja, nenhum crescimento econômico justifica a sangria de gastos públicos realizada nos governos petistas.

Não devemos contar com uma nova desvalorização do dólar frente ao real (ao menos não nos mesmos parâmetros), mas devemos ter em mente que hoje, contamos com a taxa de juros mais baixa da história e um controle inflacionário bastante eficiente.

Além disso, o mercado não teme o efeito Bolsonaro. Ao contrário do ocorrido em 2002, não será preciso uma nova “carta aos brasileiros” para frear a retirada de investimentos no país. A ortodoxia de Paulo Guedes ao menos por enquanto, tem garantido esta calmaria.

E mais, a expectativa em relação às commodities é a melhor possível.

Abaixo, gráficos que demonstram uma tendência muito forte de aumento das exportações brasileiras para a China:

Commodity de Minério de Ferro

Commodity de Petróleo

Commodity de Celulose

Cabe ao novo presidente trabalhar com afinco, principalmente nos primeiros meses de sua gestão, para garantir a estabilidade política que permita que as pautas fundamentais para nossa recuperação sejam votadas o quanto antes.

Afinal, Qual o Melhor Investimento para 2019?

CDB Prefixado de 11% ao ano.

Coloco aqui o CDB como representante das Rendas Fixas Bancárias Prefixadas, as novas queridinhas dos brasileiros. Este tipo de investimento sempre estará presente nas listas, já que atende a todos os tipos de carteira de investidores: Conservadores, Moderados ou Agressivos.

O que muda de ano em ano é a preferência entre os tipos de Renda Fixa (Prefixado, Pós Fixado ou IPCA+). E este ano, a decisão vai depender se você acredita ou não, na resolução do nosso problema fiscal (e aqui entra um ponto crucial: A Reforma da Previdência).

Minha aposta é que sim, o novo governo terá força política para aprovar a reforma, dando início ao  conserto do problema fiscal. Sendo assim, acredito que a maior parte de seus investimentos devem estar em Rendas Fixas Prefixadas. 

Tesouro Prefixado (LTN ou NTN-F)

Para aqueles que não tem capital suficiente para comprar os CDBs – pois partem de R$ 5.000,00 na maior parte das corretoras – a alternativa é o Tesouro Direto, e aqui temos duas opções: as LTN ( tesouro prefixado) e as NTN-F ( tesouro prefixado com  juros semestrais) – cuja diferença para a LTN é que vai entregando juros ao investidor semestralmente até o vencimento.

As NTN-F são particularmente interessantes para quem tem uma necessidade de pagamentos, ou seja, precisa que seus investimentos gerem uma renda, e assim como a NTN-B ( Tesouro IPCA+) é usada por pessoas que querem viver de renda.

Já que teoricamente os títulos do tesouro (conhecidos também como Títulos Públicos) apresentam menores riscos do que os CDBs, eles acabam tendo rentabilidade um pouco menor, mas acredito que teremos janelas para encontrar o Tesouro Prefixado pagando mais de 10% ao ano para 2019.

LCI e LCA Pós Fixados (Curto Prazo)

As LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), são investimentos bancários, ou seja, têm garantia do FGC para até R$ 250.000,00, assim como os CDBs, mas com a diferença de serem isentos de Imposto de Renda.

Normalmente, podem ser encontrados rendendo entre 92% do CDI e 98% do CDI. Estas rentabilidades não os fazem superar os CDBs em prazos de investimentos maiores do que dois anos.

Porém, são a melhor opção para os prazos mais curtos de 3 a 12 meses, ou seja, para aquele dinheiro que você tem uma projeção de utilizar em outro investimento, ou, outra aquisição pessoal em um prazo programado.

Debêntures Incentivadas (IPCA+)

As Debêntures nada mais são do que CDBs emitidos por empresas não financeiras. Isso significa que quando um banco emite uma dívida, ele emite um CDB, mas quando uma indústria emite uma dívida, por exemplo, ela emite uma debênture.

Em sua maior parte, elas aparecem sob a forma de rendimento IPCA +, como por exemplo IPCA+6% ao ano. E é justamente por ter este componente que vamos usar ela em nossas carteiras.

Os investimentos com IPCA em sua composição de taxa, servem muito bem para nos proteger de um risco inflacionário, que pode acontecer no caso de não conseguirmos executar uma reforma fiscal.

Em especial, devemos observar as Debêntures Incentivadas, que são lançadas para projetos de infraestrutura, e que por este motivo tem um incentivo de isenção de impostos pelo Governo Federal.

Ou seja, investindo por estas Debêntures, você não paga imposto de renda sobre os seus rendimentos ou valorização. Assim, podemos encontrar Debêntures Incentivadas pagando IPCA + 4,5% ao ano líquidos, ou seja, depois do imposto.

Esta taxa é muito competitiva já que seria comparada à um investimento tributável de IPCA+6%, bem difíceis de encontrar nos níveis atuais de taxas de juros.

Outra excelente ideia, quem sabe até melhor do que comprar diretamente as debêntures, é investir em um fundo de debêntures incentivadas. Estes fundos fazem uma seleção de debêntures (mais de 20) e você pode investir neles comprando somente as cotas dos fundos, com aporte inicial de R$ 5.000,00.

Fundos de Crédito

Já que estamos falando em Fundos, uma alternativa interessante para a parte atrelada ao CDI dos seus investimentos são os Fundos de Crédito. Os fundos de crédito atuam dividindo os recursos em diversos tipos de dívidas: Crédito Corporativo, Ativos Líquidos ( Debêntures), FIDCs e outros.

Por se tratarem de fundos que compram principalmente dívidas e recebíveis, estes fundos tendem a ter prazos de resgate naturalmente mais longos como D+30 até D+360. Se você não entende esta sigla, no caso dos D+30, por exemplo, significa que você recebe seu dinheiro 30 dias depois de pedir o resgate do fundo – obviamente este dinheiro segue rendendo durante os 30 dias.

Normalmente, quanto maior o prazo de resgate do fundo mais ele tende a render, já que pode comprar dívidas mais longas que normalmente têm juros maiores.

Fundos Imobiliários (de Papeis ou de Tijolos)

Os fundos imobiliários estão ganhando o coração e a mente dos Brasileiros, já que com a compra deles, você participa de uma operação imobiliária sem precisar comprar um imóvel inteiro.

Existem basicamente dois tipos: Fundos de Tijolo e Fundos de Papel

Fundos Imobiliários de Tijolo

Os chamados fundos de Tijolo, como o nome já diz, compram imóveis, podendo ser somente um imóvel ou múltiplos imóveis. Eles ainda podem ser subdivididos conforme a utilidade ou o tipo dos imóveis, de forma que temos fundos de hospitais, faculdades, shoppings, lajes corporativas, agências bancárias e etc.

Poucos fundos imobiliários de tijolo tem como objetivo comprar e vender imóveis com lucro. A maior parte tem como objetivo explorar eles para renda de aluguel.

Assim, se seu objetivo é ter renda como faz com um imóvel, você deve prestar atenção nos fundos de tijolo, já que os mesmos tem entregado aluguéis na ordem de 7% a 9% ao ano, isentos de imposto de renda, algo muito acima do que um imóvel é capaz de gerar tradicionalmente.

Fundos Imobiliários de Papel

Os fundos imobiliários de papel compram CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Eles nada mais são do que dívidas lastreadas em um imóvel.

Assim sendo, o proprietário de um imóvel faz um financiamento/empréstimo utilizando um imóvel como garantia e esta dívida é vendida a investidores que podem tanto ser pessoas físicas (como eu e você), ou fundos imobiliários como os que estamos citando.

Fundos Multimercado com Ações

Os fundos multimercado surgiram com a necessidade de investidores confiarem seu capital a um Gestor que poderia investir o seu capital em diferentes tipos de investimentos como: Renda Fixas, DI, Crédito, Ações, Juros, Moedas, Nacionais ou Internacionais. Ou seja, fundos com liberdade para investir.

Durante os anos, eles se desenvolveram e se especializaram em alguns nichos e hoje existem, segundo a classificação da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), Fundos Multimercado: Dinâmico, Estratégia Específica, Investimento no Exterior, Juros e Moeda, Long and Short Direcional, Long and Short Neutro, Livres, Macro e Trading.

Mas, acredito que o investidor em 2019 deve focar naqueles com direcionamento para investir em Ações e principalmente, nos que são direcionais como os Multimercado Dinâmicos, Estratégia Específica, Macro e os Livres.

Isso porque, acredito que, estamos em um início de ciclo econômico no Brasil.

Ações

Na mesma linha de pensamento dos fundos multimercado, os investidores com perfil menos conservador, podem ou devem ter ações em se portfólio, principalmente naquela parte do seu capital separada para prazos mais longos.

Historicamente, as ações performam (principalmente em prazos mais longos) melhor do que os investimentos de Renda Fixa.

A imagem abaixo mostra que o Ibovespa perdeu do CDI nos últimos 22 anos, mas que o IBRX ganhou. Ambos são índices de ações, a diferença é que o IBRX tem em sua composição mais peso para as empresas mais valiosas de nosso país.

Já o IBOVESPA só leva em conta o volume de negócios, o que garantiu vaga nesta carteira de muitas ações de empresas ruins, que eram muito negociadas em nossa Bolsa.

Mas se olharmos um prazo mais longo, podemos ver que mesmo o IBOVESPA ganhou do CDI para prazos ainda mais longos, como no gráfico abaixo, onde tanto o IBOVESPA quanto o CDI foram descontados da inflação.

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