Oi (OIBR3) confirma venda de torres de telefonia como parte de plano estratégico

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

Crédito: Divulgação

A Oi (OIBR3) anunciou, nesta terça (28), que confirma a venda de torres de telefonia móvel como parte de seu plano estratégico.

Um documento da B3 tinha pedido, nesta terça, esclarecimento sobre a notícia de que a empresa esperava concluir até o fim de março a venda de um novo lote de torres de telefonia celular.

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O pedido da bolsa ocorreu após a publicação de uma reportagem do jornal Valor Econômico: a Oi (OIBR3) pretendia arrecadar cerca de R$ 700 milhões com a venda do lote de pelo menos 700 torres de telefonia celular. A operação seria concluída até o final de março e venda faria parte do plano estratégico divulgado pela empresa em julho de 2019.

Resposta da Oi

A Oi então respondeu hoje: ”A administração da companhia tem concentrado esforços no processo de geração de liquidez”.

A companhia confirmou que a venda de torres de telefonia móvel faz mesmo parte do plano estratégico da Oi, que está em recuperação judicial: “A empresa esclarece que as informações específicas de que trata a notícia em referência constam de forma detalhada do seu Plano Estratégico, tendo sido abordadas também quando da divulgação do resultado do terceiro trimestre de 2019, além de diversas outras ocasiões.”

Venda da Unitel

Outra ação do plano estratégico da empresa foi anunciada na última sexta (24). A empresa de telefonia confirmou a venda da Unitel, sua subsidiária na África, à Sonangol, por US$ 1 bilhão.

Do valor total, US$ 699,1 milhões serão pagos pela Sonangol, enquanto outros US$ 60,9 milhões foram quitados por conta da transferência das ações da PT Ventures.

Além deste valores, outros US$ 240 milhões serão integralmente garantidos por carta de fiança emitida por banco de primeira linha, “a serem pagos incondicionalmente pela Sonangol à Africatel até 31 de julho de 2020, sendo assegurado à Africatel um fluxo mínimo mensal de US$ 40 milhões, a partir de fevereiro de 2020”.

 

 

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