Odontoprev (ODPV3) conclui compra da Mogidonto; e Dasa (DASA3), da Amo e Paquetá

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Odontoprev

A Odontoprev (ODPV3) informou nesta quinta-feira (1º) que concluiu a compra da totalidade do capital social da Mogidonto Planos Odontológicos Ltda. e da Boutique Dental Ltda.

A operação foi realizada por meio da Clínica Dentária Especializada Cura D’Ars (Clidec), que é controlada pela Odontoprev.

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A Mogidonto conta, de acordo com os dados do mês de abril de 2021, divulgados no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com 60.214 beneficiários.

A Odontoprev reportou lucro líquido de R$ 108,73 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21). Os números refletem uma alta de 44,6% sobre o resultado do mesmo período de 2020, com lucro de R$ 75,22 milhões.

Dasa (DASA3) conclui aquisição da Amo e da Paquetá

O Conselho de Administração da Diagnósticos da América S.A., a Dasa (DASA3), aprovou a adquisição de ações representativas de até 100% do capital social da Paquetá Participações S.A. e de até 100% do capital social da AMO Participações S.A.

A operação foi feita pela sua subsidiária integral Ímpar Serviços Hospitalares.

A AMO e a Paquetá são as legítimas titulares e únicas detentoras, em conjunto, de ações representativas de 99,69% do capital social total e 100% do capital social votante da GEM Assistência Médica Especializada.

A GEM tem por objeto social a atuação na prestação de serviços de oncologia, com tratamento de quimioterapia, incluindo procedimentos e exames ambulatoriais, consultas médicas correlatas às linhas de cuidado em oncologia, tratamento ambulatorial oncológico e cirurgias oncológicas.

Ela atua nos estados da Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte.

A Dasa vai pagar um total aproximado de R$ 750 milhões de reais, sendo certo que o valor total indicativo do negócio “está sujeito a ajustes de acordo com mecanismos padrões a este tipo de operação”.

A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de algumas condições, dentre as quais se incluem a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Itaúsa (ITSA4) conclui Acordo de Investimentos e Aportes na Aegea

A Aegea Saneamento comunicou hoje que foi concluída a aquisição pela Itaúsa (ITSA4) de 8,32% das ações ordinárias de emissão da companhia detidas pelo Grupo Equipav. O valor atualizado é de cerca de R$ 1,084 bilhão.

Além disso, houve a subscrição de aproximadamente 2,09% pela Itaúsa e de 0,50% pelo GIC (Fundo Soberano de Singapura) de novas ações ordinárias de emissão da Aegea, a serem integralizadas oportunamente, totalizando um aumento de capital de R$ 345.892.555,63.

Por fim, comunicou também a subscrição pela Itaúsa, GIC e Grupo Equipav de ações preferenciais classe D de emissão da Aegea, a serem oportunamente integralizadas, totalizando um aumento de capital de R$ 3,210 bilhões.

Fleury (FLRY3) emite debêntures no valor de R$ 1 bi

O Fleury (FLRY3) anunciou hoje a sua 1ª Emissão de Debêntures com um componente ESG (sigla para Environmental, social and corporate governance), que permitirá sua classificação como “sustainability-linked”, nos termos exigidos pela International Capital Markets Association.

O valor total da emissão será de R$ 1 bilhão, dividido em três séries: a Primeira de R$ 250 milhões; a Segunda de R$ 375 milhões; e a Terceira de R$ 375 milhões. A colocação das debêntures ocorrerá sob o regime de garantia firme de subscrição.

Os recursos captados por meio da oferta restrita serão destinados para usos corporativos gerais, como reforço de capital de giro e alongamento de passivo do Fleury.

Os prazos de vencimento são: para a Primeira Série, de 4 anos, com amortização de principal integral no quarto ano; para a Segunda, de 5 anos, com amortização de principal integral no quinto ano; e para a Terceira, de 7 anos, com amortização de principal integral no sétimo ano.

As debêntures farão jus a uma remuneração equivalente a 100% da Taxa DI (Depósitos Interfinanceiros), acrescida de spread equivalente a 1,35% ao ano em relação às da Primeira Série; 1,50% ao ano às da Segunda Série; e 1,75% ao ano às da Terceira Série. O pagamento da remuneração das Debêntures será realizado semestralmente.

Mas, caso não sejam atendidas determinadas metas de Gerenciamento de Resíduos Biológicos e Acesso à Saúde, bem como não sejam cumpridas obrigações associadas aos indicadores-chave de desempenho sustentável relacionados a tais metas, os spreads sofrerão aumento de até 0,125%, 0,25% e 0,35% a cada uma das respectivas séries.

BIOMM (BIOM3) informa aumento de capital

A Biomm (BIOM3) aprovou aumento do seu capital social no valor aproximado de R$ 1,249 milhão, mediante a subscrição privada de 54.064 novas ações, em decorrência do exercício, por determinados beneficiários, de suas respectivas opções de compra de ações, outorgadas no âmbito do Plano de Opção de Compra de Ações da Biomm aprovado em abril de 2018.

O novo capital social da Biomm passa a ser de R$ 497.725.108,72.

Wilson Sons (WSON33) Revoga Projeções e WS SA Solicita Pedido de Registro com CVM e B3

A Wilson Sons (WSON33) apresentou, por meio de sua subsidiária controlada, Wilson Sons Holdings Brasil pedido de registro de emissor categoria “A” à Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

Além disso, pediu listagem de emissor e de admissão de negociação de ações da Holdings no segmento do Novo Mercado da B3 (B3SA3).

A Wilson Sons também “decidiu descontinuar a divulgação de projeções anteriormente apresentadas, tendo em vista os atos preparatórios para a reestruturação societária do grupo”. Tal reestruturação consistirá na “incorporação da companhia na WSS.A. e caso a reestruturação seja aprovada, a WSS.A., na qualidade de sucessora da companhia, avaliará no futuro a conveniência e oportunidade de divulgação de projeções, levando em conta o melhor interesse dos seus acionistas”.

Rumo (RAIL3) nega assinatura de contrato de fusão com Santos Brasil

A Rumo (RAIL3) negou o que foi informado na reportagem divulgada hoje pelo Valor Econômico sob o título “EXCLUSIVO: Rumo e Santos Brasil avaliam unir operações portuárias, dizem fontes”.

A empresa diz que “constantemente conduz estudos e avalia oportunidades dentro de seu plano de negócios, mas que não existe nenhum documento vinculante a respeito do assunto tratado na matéria”.

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