Em semana repleta de IPOs, OceanPact (OPCT3) fecha 1º pregão estável

Victória Anhesini
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie
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Crédito: Oceanpact

Em semana recheada de IPOs, as ações da OceanPact (OPCT3) estrearam na bolsa de valores nesta sexta-feira (12) e encerram o seu primeiro pregão de forma estável, cotadas a R$ 11,15.

Durante o pregão, as ações da companhia chegaram a máxima de R$ 11,48 (+2,96%) e à mínima de R$ 10,75 (-3,59%).

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Na quinta-feira, as ações da Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3) e da Westwing (WEST3) estrearam na B3 com queda, respectivamente, de 7,29%, a R$ 12,98, e 8,46%, a R$ 11,90.

Na quarta-feira, foi a vez da Bemobi Mobile Tech (BMOB3) fezer sua estreia. Após abrir com forte alta, de 29,55%, os papéis viraram e fecharam o primeiro dia de pregão com queda de 2,73%, a R$ 21,40.

na segunda-feira, a Focus Energia (POWE3) recuou 13,15% no seu pregão de estreia, com os papéis fechando a R$ 15,65, enquanto a Jalles Machado (JALL3) disparou 9% no dia do seu IPO, cotado a R$ 9,04.

IPO da OPCT3

A empresa de óleo e gás levantou aproximadamente R$ 1,22 bilhão com o IPO.

Os coordenadores da oferta foram Itaú BBA, Bradesco BBI e J.P. Morgan.

O preço da ação foi de R$ 11,15, no piso da faixa indicativa, que ia até R$ 13,85.

Os recursos levantados na oferta serão direcionados para aquisição e customização de embarcações; e aquisição de máquinas e equipamentos, ambos os itens via aquisição direta do ativo ou M&A.

Conheça a empresa

Criada em 2007 no Rio de Janeiro, com foco inicial na área de consultoria e resposta a emergências ambientais, desde a sua fundação a companhia participa de forma expressiva em operações de resposta a derramamentos de óleo no Brasil e no exterior e vem apresentando crescimento consistente nos últimos anos.

No prospecto, a OceanPact informou que é uma das principais prestadoras de serviços de suporte marítimo no Brasil, oferecendo serviços para estudo, proteção, monitoramento e uso sustentável do mar, do litoral e dos recursos marinhos para clientes principalmente no setor de óleo e gás, e também em diversos outros setores da economia, como energia, mineração, telecomunicações, portuário, navegação, turismo, pesca e aquicultura.

Com uma frota de 23 embarcações especializadas e serviços dedicados.

A Companhia participou da resposta de todos os últimos grandes incidentes ambientais no Brasil, incluindo os
combates ao vazamento de óleo na Baía de Guanabara em 2000, na Baía de Paranaguá em 2004, na Bacia
de Campos em 20111, e na bacia de Santos em 2019.

A Oceanpact atingiu uma receita líquida consolidada de R$640 milhões e Ebitda de R$167 milhões no período de 12 meses findo em 30 de setembro de 2020.

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