O que aconteceu no Brasil durante a Copa do Mundo e o que vem por aí

Patrícia Auth
Patrícia Auth é jornalista formada pela Univali de Itajaí/SC. Trabalhou em impressos, como o Jornal de Santa Catarina, e também, como repórter na Rede Record e RBS TV. É casada, mãe da Lívia e adoradora de boa música e gastronomia.Na equipe EuQueroInvestir, é responsável pela produção de vídeos, e também escreve e edita artigos para o site.Entre em contato com a Patrícia pelo e-mail: patricia.auth@euqueroinvestir.com

Crédito: A Brazil fan cries as she watches the 2014 World Cup semi-final between Brazil and Germany at a fan area in Brasilia, in this July 8, 2014, file photo. Germany scored five goals in 18 astonishing first-half minutes on their way to a 7-1 semi-final mauling of Brazil on Tuesday which shattered the host nation's hopes of winning their sixth World Cup. It was the most shocking result in the tournament's history, Brazil's record World Cup defeat and their first at home in 64 competitive matches since 1975. REUTERS/Ueslei Marcelino/Files (BRAZIL - Tags: SPORT SOCCER WORLD CUP)ATTENTION EDITORS - PICTURE 19 OF 20 FROM GERMANY'S JOURNEY TO THE WORLD CUP FINAL

França campeã! Terminou a Copa do Mundo. Para os brasileiros não é só o fim das festas que se formavam a cada jogo da nossa seleção, não é só o fim das folgas no trabalho, não é só o fim da esperança no Hexa… É o momento de encarar o início da campanha eleitoral, mesmo diante do descrédito com a política e com os políticos, que insistem em falar de honestidade em seus manjados discursos.

A verdade é que, enquanto na Rússia era só festa com o Mundial de Futebol, por aqui, o agito era nos gabinetes e na economia. Nos últimos 30 dias não faltaram notícias: venda do setor de voos comercial da Embraer, soltura do ex-ministro José Dirceu (PT) e Lula, quase, livre também. Aliás, esse é um dos assuntos que será bastante discutido nas próximas semanas.

Apesar de preso e inelegível pela Lei da Ficha Limpa, Luiz Inácio Lula da Silva ainda é líder nas pesquisas eleitorais. E quando se fala em Lula, não faltam pressão e disputa de poderes no Judiciário. De um lado, alguns lutam pela liberdade. De outro, há quem defenda a continuidade da prisão.

O “porém” nessa história toda é a mudança de comando no Supremo Tribunal Federal (STF) no mês de setembro. No lugar de Cármem Lúcia, ficará Dias Toffoli, conhecido por sua persistente posição contrária a prisão após segunda instância (sem esquecer de sua antiga função de advogado-geral da União no governo de Lula).

E aí, quando Toffoli assumir, vai ser difícil o assunto “antecipação de pena” não voltar a ser discutido. O assunto interessa o ex-presidente Lula e também uma “renca” de presos provisórios, inclusive outros políticos investigados e presos na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

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A Copa do Mundo acabou. E agora?

Faltam mais ou menos três semanas para o fim das convenções partidárias, ou seja, para os fim dos encontros feitos pelas legendas para oficializar e lançar seus candidatos. Diante da indefinição de muitos eleitores, esse é o momento de os candidatos buscarem atrair partidos que possam fortalecer suas campanhas, inclusive, com tempo no horário gratuito de rádio e televisão.

As estratégias são diferentes entre os partidos. O PDT, por exemplo, pensa em lançar Ciro Gomes já no dia 20 de julho, primeiro dia do prazo. Isso para demonstrar força e certeza de escolha para a disputa presidencial. PSDB, PT e MDB devem deixar as convenções mais para o final – na primeira semana de agosto – justamente para buscar mais alianças. O PT, em especial, tem ainda que pensar num eventual “plano B” caso Lula realmente não concorra.

Para Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede) e Alvaro Dias (Podemos), que tem boas intenções de voto, mas estão em partidos menores, o momento atual é ainda mais importante. A expectativa para eles é a de que candidatos menores desistam e possam fortalecer as respectivas campanhas.

Jogo nas ruas

No dia 15 de agosto começa a campanha pelas ruas de todas as cidades brasileiras e também nas redes sociais, com liberdade para os pedidos de voto e apresentação das propostas de governo. Neste mesmo dia, com as candidaturas formalizadas, também estão liberados os debates na televisão.

O horário eleitoral gratuito começa só no dia 31 de agosto. Até pouco antes das eleições – em 7 de outubro – a população ouvirá e verá 120 minutos de promessas políticas todos os dias, isso incluindo o programa eleitoral e as propagandas.

Lula preso ou presidente? (Ou, nenhum dois dois?)

A maior dúvida das eleições que estão por vir, com certeza não está na definição das alianças que serão anunciadas nas próximas semanas. A dúvida tem nome, sobrenome e partido: Luiz Inácio Lula da Silva, líder do PT.

A “luta” de Lula para ser candidato tem dois tempos. O primeiro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tem de tudo para indeferir a sua campanha, e no STF, onde suas chances são um pouco maiores.

O outro “round” é na luta para garantir a liberdade. Mesmo com os consecutivos “não” do TRF4, a defesa de Lula vai continuar entrando com recursos, porém, a maior chance de deixar a cadeia está na revisão da prisão em segunda instância, e aí, entra o ministro Dias Toffoli, como citamos no começo desse texto.

Enquanto isso, na economia…

Não dá para criar muitas expectativas para os próximos meses. Enquanto a eleição não passar e não ficar claro o rumo que o Brasil tomará a partir de 2019, dificilmente serão feitos grandes investimentos no país. Difícil também é a retomada de contratações e abertura de novos postos de trabalho neste período de indecisão política.

A última “cartada” de Michel Temer, enquanto presidente, deve ser emplacar a privatização da Eletrobras, mesmo com a resistência de lideranças estaduais de partidos aliados. Mas, no meio dessa confusão, Temer tem notícias favoráveis: a Justiça Federal do Rio de Janeiro, atendendo uma liminar do STF, decidiu suspender o leilão de seis distribuidoras. Isso aconteceria em 26 de julho.

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