O custo de não começar a investir hoje: saiba os prejuízos

João Marcos Seraphim Mello
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Nattanan Kanchanaprat por Pixabay

Um dos maiores arrependimentos de todas as pessoas que já começaram a investir é o fato de não terem iniciado antes

Uma pesquisa realizada em 2017 pela a Anbima , Associação das Empresas do Mercado Financeiro e de Capitais,  apontou que 58% dos brasileiros não possuíam nenhum tipo de investimento financeiro. Bem como dos 42% que possuíam alguma aplicação, apenas 9% realizaram algum aporte naquele ano.

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Investir para alcançar os seus sonhos

No início de 2018, associação fez outra pesquisa de campo. Onde 56% dos entrevistados tinham interesse em poupar dinheiro para investir nos 12 meses seguintes. Contudo, uma nova pesquisa também realizada pela Anbima aponta que apenas 8% da população economicamente ativa conseguiu guardar dinheiro para aplicar em 2018.

Muitas pessoas ainda não investem, pois acreditam que é algo complicado ou pensam que não possuem dinheiro suficiente.  A falta da educação financeira no país acaba criando essas “barreiras“ na maioria da população. No entanto, todos possuem sonhos, sejam eles uma casa, um carro ou até mesmo a tão cobiçada independência financeira.

E qual o custo de não começar a investir?

O que poucos levam em consideração, é na verdade, o alto custo de não começar a investir. Sem sombra de dúvidas o tempo é o recurso mais escasso que temos, e não usá-lo em nosso favor pode nos custar caro.

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Para exemplificar, vamos supor que duas pessoas estão pensando em acumular um patrimônio à longo prazo. A pessoa “A” e a pessoa “B”, ambas aplicam no mesmo produto e possuem a mesma rentabilidade. A pessoa “A” começa investindo 500 reais por mês durante os 10 primeiros anos e, nos 30 anos seguintes não realiza mais nenhum aporte. Já a pessoa “B” não aplica nada durante os 10 primeiros anos e a partir do décimo primeiro ano começa a investir 500 reais por mês durante os 30 anos seguintes.

No final do quadragésimo ano a pessoa “A“ teria investido um total de R$ 60.000,00 e teria um valor acumulado de R$ 1.746.837,00. Já a pessoa “B“ no final do quadragésimo ano teria investido um total de R$ 180.000,00 e teria um valor acumulado de R$ 1.038.206,62.

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João Mello/ EuQueroInvestir

Ou seja, a pessoa “B“ teria investido o TRIPLO do valor, e teria conseguido apenas 59% do montante da pessoa “A“. Para deixar a linha de raciocínio ainda mais clara, abaixo seguem alguns gráficos com uma análise ano a ano.

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João Mello/ EuQueroInvestir

 

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Esta é a função de um Assessor de Investimentos

Entender o investidor em uma profundidade maior do que o gerente do seu banco ou corretoras digitais e monitorar o mercado em busca de oportunidades que se enquadram em sua realidade, são atribuições do Assessor de Investimentos.

O papel dele é unir seus objetivos pessoas e profissionais, momento financeiro, perfil de investidor e avaliar o mercado para te apoiar com os investimentos que estiverem alinhados com seu momento.

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