Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA têm queda e surpreendem novamente

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

Os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos novamente surpreenderam positivamente. Ficaram em 547 mil, quando o mercado projetava 617 mil. Na semana passada, foram 586 mil pedidos, revisados dos 576 mil anunciados anteriormente.

Novamente, o nível de reivindicações é o mais baixo desde 14 de março de 2020, início da pandemia de coronavírus, quando 256 mil pedidos foram feitos.

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O resultado tende a aumentar os temores com a possibilidade de alta inflacionária. Isto porque os EUA vivem um cenário de vacinação bem-sucedida, indicadores apontando retomada do mercado de trabalho e da produção, e ainda os efeitos do pacote de auxílio de US$ 1,9 trilhão do presidente Joe Biden.

O resultado positivo dos pedidos de seguro-desemprego deve também influenciar nas discussões sobre o pacote de infraestrutura proposto por Biden.

O valor estimado do pacote, de mais de US$ 2 trilhões, e a proposta de aumento de impostos para empresas, já encontram resistência dos republicanos e até de alguns democratas.

Com a retomada da economia em ritmo muito acima do esperado, a tendência é que o pacote seja desidratado.

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Reprodução/Departamento de Trabalho EUA