MRV (MRVE3), Cury (CURY3) e Unifique (FIQE3) aprova proventos

Victor Meira
Com formação em Ciências Sociais e Jornalismo, experiência em redação nas editorias de esportes, empregos, concursos, economia e política.
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Crédito: Divulgação

A MRV divulgou o pagamento de R$ 78,39 milhões em dividendos, sendo R$ 0,16 por cada ação. Para ter direito ao benefício, o acionista deve ter a posse do ativo até o dia 06 de dezembro, em que o recurso será disponibilizado em 16 de dezembro.

Cury (CURY3) aprova distribuição de proventos

A Cury também realizará o pagamento de proventos para os seus acionistas, com um valor total de R$ 50 milhões, sendo R$ 33 milhões em títulos intermediários e R$ 17 milhões em intercalares. Segundo a incorporadora, cada ação receberá R$ 0,11 e R$ 0,05, respectivamente.

Para receber o pagamento, o acionista deve ter o ativo até o dia 07 de dezembro, com o dinheiro depositado em 16 de dezembro. 

Unifique (FIQE3) paga proventos

O Conselho de Administração da Unifique aprovou o pagamento dos juros sobre o próprio capital e dividendos. A companhia de telecomunicações liberou R$ 14,22 milhões de JCP, sendo R$ 0,03 por cada ação. Enquanto que os dividendos contam com um valor total de R$ 15,77 milhões, sendo R$ 0,04 por ativo.

A Unifique destaca que o montante total bruto do JCP está sujeito à tributação pelo Imposto de Renda Retido na Fonte, à alíquota de 15%. 

Para ter direito aos recursos, o acionista deve ter a posse da ação até o dia 06 de dezembro, sendo que o dinheiro será liberado em 17 de dezembro.

Renova conclui venda UPI Brasil PCH

A Renova Energia concluiu a venda da UPI Brasil PCH pelo valor de R$ 1,1 bilhão, com a transferência de todas as ações para as demais acionistas da Brasil PCH, a BSB Energética e a Eletroriver. 

Com o dinheiro ganho da operação, a empresa divulgou a antecipação do pagamento do empréstimo realizado pela sua subsidiária, a Chipley SP Participações, com a Quadra Capital. 

Além disso, a Renova destaca que realizou a quitação de dívidas trabalhistas, obrigações financeiras com o Plano de Recuperação Judicial, além da conclusão do Complexo Eólico Alto Sertão III –Fase A.

Ademais, a companhia ressalta que a transação acima permitiu redução da dívida da Renova Energia em cerca de R$ 740 milhões. Com isso, a empresa segue em um caminho cada vez mais sólido para o ressurgimento dela.

São Carlos (SCAR3) adquire edifício Alameda Santos

A São Carlos (SCAR3) informou que adquiriu o edifício Alameda Santos 2.477, antigo Edifício Henrique Waksman, em São Paulo/SP, por R$ 46,8 milhões. Inclusive, o imóvel já foi pago hoje (01). Ademais, a empresa assinou um contrato de locação de parte do imóvel, cerca de 53% da área dele, pelo prazo de cinco anos.

O imóvel é um edifício de escritório com 4.916 m² de área bruta locável, incluindo 11 pavimentos-tipo de 469 m² e dois subsolos de garagem, localizado na Alameda Santos, n° 2.477, na região da Av. Paulista, em São Paulo.

Segundo a São Carlos, a estratégia da operação é desenvolver um retrofit completo no imóvel, com prazo de 11 meses de execução. O cap rate estimado dessa aquisição, após os investimentos de retrofit, é de 9,6% mais inflação. 

Após essa aquisição, o portfólio da São Carlos, incluindo todas as plataformas de negócio (Office, Best Center e SC Living), passa a ter o total de 123 imóveis, com área bruta locável própria de 492 mil m² e valor de mercado de R$ 5,5 bilhões.

Viveo (VVEO3) conclui aquisições

A Viveo (VVEO3) anunciou a conclusão da aquisição da Apijã e da Macromed. Desta forma, a partir de hoje essas empresas pertencem ao ecossistema da companhia de saúde. 

Além delas, a Viveo também divulgou a compra da Medcare e da BEMK. Ambas as empresas atuam  na importação e distribuição de materiais para uso médico, hospitalar, cirúrgico e laboratórios por meio de contratos com fabricantes dos setores de  controle  de  infecção,  centro  cirúrgico,  anestesia,  exames point  of  care,  entre  outros.  O enterprise value dessas aquisições foi de R$ 7 milhões.

A Medcare tem sede em Porto  Alegre, no Rio Grande do Sul,  e  está presente  no  segmento médico-hospitalar desde 2001. Ela oferece aos clientes produtos e serviços para profissionais da área da saúde. 

Também com sede em Porto Alegre, a BEMK foi fundada em 2010 e atua na distribuição e comercialização de instrumentos e materiais para uso médico,  cirúrgico, hospitalar e de laboratórios.

A receita líquida combinada anual da MedCare e da  BEMK é de R$  15 milhões e o  EBITDA de R$ 1,7 milhão. O contrato prevê o fechamento da operação após o cumprimento de condições precedentes usuais para operações similares.

De acordo com a Viveo, as incorporações tiveram o objetivo de agregar  mais  valor  ao negócio,  aumentar  o  número  de  fornecedores,  além  de  ampliar  o  portfólio  da  empresa  e  a sua presença geográfica em todo o Brasil.

Banco Pan (BPAN4): AGE aprova incorporação da totalidade das ações de emissão da Mosaico (MOSI3), que se tornará subsidiária integral do banco

O Banco Pan (BPAN4) divulgou que as assembleias gerais extraordinárias do banco e da Mosaico (MOSI3) aprovaram os termos e condições para a incorporação, pelo Pan, da totalidade de emissão de ações da Mosaico. Desta forma, a Mosaico se tornará uma subsidiária integral do Banco Pan. 

Segundo o fato relevante publicado pelas empresas, os acionistas do Banco Pan que votaram contra a incorporação da empresa de tecnologia, ou se abstiveram ou até não compareceram à assembleia, terão o direito de recesso das ações. Ou seja, os acionistas podem receber o valor das ações de sua propriedade com preço de mercado.

Os acionistas dissidentes terão direito ao reembolso no valor de R$ 0,87 por ação da Mosaico emitida pelo Pan, seja preferencial ou ordinária, correspondente ao patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2021, como foram aprovadas na AGE em abril deste ano.