MRV Engenharia (MRVE3) aprova emissão de R$ 400 milhões em debêntures

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
1

Crédito: Divulgação

A MRV Engenharia (MRVE3) aprovou nesta quarta-feira (24) a emissão de R$ 400 milhões em debêntures.

O conselho de administração aprovou a securitização, por meio da True Securitizadora, de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) da 379ª série da 1ª emissão.

Praticidade e precisão, saiba quais melhores investimentos e como melhorar rentabilidade de suas ações

Serão emitidos pela MRV 400 mil CRIs a serem distribuídos em oferta restrita. O valor por CRI é de R$ 1 mil.

Também foram aprovadas, segundo a MRV, as debêntures (19ª emissão), que serão vinculadas aos CRIs no valor total de R$ 400 milhões.

A remuneração será com base no Tesouro IPCA+ com juros semestrais, com vencimento em 15 de agosto de 2030, acrescida de 1,30% ao ano ou de 4,70% ao ano.

CEEE-D (CEED3) anuncia aprovações da Aneel e leilão

A CEEE-D (CEED3) anunciou nesta quarta-feira (24) que foi proferida decisão judicial mantendo a realização da sessão pública do leilão de alienação do controle acionário da empresa , agendada para 31 de março.

A decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou o pedido da Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul em suspensão de liminar nº 2.899, onde se demonstrava que a manutenção da suspensão do leilão causaria grave lesão à economia pública, acarretando prejuízos significativos ao Estado do Rio Grande do Sul.

Em outro fato relevante, a CEEE comunicou que a Aneel verificou o cumprimento das cláusulas de eficiência na prestação de serviço de distribuição e na gestão econômica e financeira dos contratos de concessão de distribuição de 2019.

Mas um outro processo administrativo foi aberto pela Aneel devido ao não cumprimento da CEEE-D, por dois anos, do critério de eficiência com relação à gestão econômica e financeira da distribuidora, o que pode ocasionar a extinção da concessão.

Segundo a CEEE-D, o fato não interfere no processo de desestatização da companhia.

Inepar (INEP4) atinge regularidade fiscal

A Inepar (INEP4) comunicou que concluiu a revisional fiscal das empresas do grupo após dois anos de trabalho intenso junto à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

A operação possibilitou a eliminação de duplicidades, prescrições, caducidades, nulidades, demais deduções e créditos fiscais, fatos que possibilitaram a empresa chegar a um passivo fiscal líquido com grande redução.

O processo de “transação” da Inepar já foi concluído pela empresa e também, após publicação da consolidação, será agregado na qualidade de controladora, ao conjunto de empresas já realizadas.

A companhia já autorizou a Receita Federal utilizar os créditos fiscais já reconhecidos por àquela instituição, no pagamento das 8 primeiras parcelas, com a finalidade de não retirar até  agosto de 2021 recursos do fluxo de caixa comprometido com o levantamento da recuperação judicial.

Até novembro de 2020 a dívida fiscal da empresa era de R$ 696,3 milhões.

MMX (MMXM3) esclarece sobre celebração de investimento com empresa chinesa

A MMX (MMXM3) fez um esclarecimento à CVM nesta quarta-feira (24) sobre celebração de investimento com uma empresa chinesa.

A empresa confirmou que está em negociação com a CDIL (China Development Integration Limited) para possível investimento, conforme havia sido divulgado em fato relevante de 19 de março.

“Entretanto, até o momento, não houve celebração de nenhum acordo ou contrato vinculante sobre termos e condições sobre possível investimento”, diz a empresa.

Money Week 5ª Edição

5 Dias de Evento | 70 Autoridades do Mercado Financeiro | 20 Horas de Conteúdo