MPF investiga suposta interferência indevida de Bolsonaro e Maia na aprovação da Previdência

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress)

O MPF em Brasília investiga supostas “indevidas interferências” do presidente Bolsonaro e o presidente da Câmara Rodrigo Maia, na aprovação da previdência.

A portaria com abertura do inquérito foi assinada pelo Procurador da República Carlos Bruno Ferreira da Silva, publicada no Diário do MPF de quinta-feira em atendimento ao pedido de deputados federais do PSOL. As informações são da Reuters.

A investigação desse tipo de inquérito civil pode durar até um ano, sendo prorrogável. No final, poderá propor uma ação civil de improbidade ou arquivamento do caso.

O PSOL alega que “a liberação de emendas parlamentares como objeto de barganha política fere não só a Lei Orçamentária de 2019, mas também a Constituição Federal”.

Para os parlamentares houve liberação de recursos superior ao previsto em lei para área de saúde. Em julho de 2019, a representação do partido, havia solicitado a suspensão da aprovação da reforma da Previdência.

Procuradas pela Reuters, as assessorias de imprensa da Presidência da República, do presidente da Câmara e do ministro da Saúde não comentaram sobre a abertura do inquérito.


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