Movida (MOVI3) emite debêntures; Mills (MILS3) compra SK Rental

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Movida (MOVI3) / Divulgação

A Movida (MOVI3) aprovou a 6ª emissão de debêntures simples, em série única, no valor de R$ 550 milhões.

As Debêntures farão jus a juros de 100% do CDI, acrescido de uma sobretaxa equivalente a 3,20% ao ano.

O montante captado será direcionado para reforço de liquidez, alongamento no perfil de dívida da Movida e gestão do caixa para financiar a renovação e expansão da frota dos veículos das suas controladas, na gestão de seus negócios.

Mills (MILS3) compra SK Rental

A Mills (MILS3) celebrou um acordo para comprar 100% do capital social da SK Rental Locação de Equipamentos.

A empresa de engenharia desembolsou R$ 80 milhões pela SK Rental.

Fundada em 2010, a SK Rental do Brasil é uma empresa do Grupo Sigdo Koppers, com forte atuação na região sul do país, base de clientes com destaque em suas áreas de atuação, frota de mais de 300 equipamentos e certificada em sistemas de gestão, qualidade e em segurança e saúde ocupacional, estando entre as principais e mais respeitadas companhias de locação de plataformas aéreas do país.

De acordo com a nota, as sinergias esperadas resultam em um múltiplo Enterprise Value / Ebitda LTM estimado de 6,5x.

EDP Brasil (ENBR3) conclui programa de recompra de ações

A EDP Brasil (ENBR3) concluiu o programa de recompra de ações iniciado em agosto de 2020.

Foram adquiridas 24,1 milhões de ações de emissão da elétrica a um preço médio de R$ 18,91 por papel.

Com a aquisição, a EDP passa a deter 26,1 milhões de ações em tesouraria.

As compras foram executadas entre os dias 28 de agosto de 2020 e 6 de abril deste ano.

De acordo com a EDP, o programa de recompra teve como objetivo aplicar recursos disponíveis para maximizar a geração de valor para os acionistas, uma vez que, na visão da administração da companhia, o valor atual de suas ações não reflete o real valor dos seus ativos combinado com a perspectiva de rentabilidade e geração de resultados futuros.