Morning Call: após acordo sino-americano, investidor busca otimismo

Filipe Teixeira
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Crédito: Imagem/reprodução/bbc

O dia após assinatura do acordo comercial amanhece com o céu mais limpo, refletindo o alívio global na sensível diminuição das tensões entre americanos e chineses. A partir de agora se inicia um período de observações em torno do cumprimento do que foi acordado nesta Fase I.

Por se tratar de um ano eleitoral, é difícil imaginar que uma assinatura da Fase II possa sair antes de novembro. Não se descarta, inclusive, que o confronto comercial com os chineses saia do radar de Trump se a China se mostrar disposta a aumentar de forma considerável, seu volume de compras em produtos americanos. O compromisso de comprar US$ 200 bilhões em dois anos é para lá de ousado e a Casa Branca certamente fará uma “marcação apertada” neste indicador.

No Brasil, o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) de novembro, que avalia o ritmo de crescimento da economia brasileira e objetiva prever o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), é o grande destaque do dia para o mercado, tão carente de boas notícias.

Após indicadores fracos na produção industrial e venda de veículos, ontem a surpresa negativa ficou por conta das vendas no varejo, que subiu apenas a metade das expectativas, mesmo com as promoções da Black Friday e o incentivo dos saques do FGTS.

Já se verificam correções nas projeções mais otimistas para o PIB em 2020, as apostas de um crescimento próximo ou superior a 3%, estão cada vez mais raras.

A expectativa para o IBC-Br novembro é de interrupção no cenário de alta verificado nos três meses anteriores, registrando uma queda de 0,10% em relação a outubro. Na comparação com igual período no ano de 2018, as expectativas são positivas, entre 0,40% e 1,40%, ou 0,70% na mediana.

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A fraqueza nos recentes indicadores tem aumentado as apostas de um novo corte na Selic, apesar do discurso de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, não indicar isso. O certo é que o mercado tem se esforçado para entender de onde virá o crescimento de 2,43% no Produto Interno Bruto estimado pelo governo.

Para o filósofo iluminista francês Voltaire, o “Otimismo é a mania de sustentar que tudo está bem quando tudo está mal”, ainda assim, seguimos aguardando por boas notícias e quem sabe, elas comecem a partir de hoje, com uma surpresa positiva por parte do Banco Central e seu principal indicador?

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