Monitor CVM: Taesa (TAEE11) aprova debêntures de R$ 450 mi

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.
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Crédito: Divulgação

O conselho de administração da Taesa (TAEE11) aprovou nesta quarta-feira (8) sua 9ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações.

Segundo a companhia, o valor total da emissão será de R$ 450 milhões com vencimento em 2 anos, a contar da data de emissão.

Os recursos captados pela integralização das debêntures serão utilizados para gestão ordinária dos negócios da companhia.

Raia Drogasil (RADL3) aprova dividendos de R$ 20 milhões

A Raia Drogasil (RADL3) comunicou a distribuição de dividendos adicionais relativos ao exercício de 2019 no montante de R$ 20 milhões, isso corresponde a R$ 0,061 por ação.

O pagamento dos dividendos será realizado até 31 de maio de 2020, sem correção monetária.

Para fazer jus aos proventos, o acionista precisa estar posicionado no papel em 13 de abril de 2020.

Energisa (ENGI11) aprova novo reajuste tarifário

A Energisa (ENGI11) aprovou aprovou os reajustes tarifários para a Energisa Mato Grosso (EMT) e Energisa Mato Grosso do Sul (EMS).

Os índices de reajuste aprovados ficaram em 2,47% para a EMT e 6,9% para a EMS.

A medida passa a valer a partir desta quarta-feira (8). Entretanto, em virtude do atual contexto de crise à pandemia pela Covid-19, a empresa propôs o diferimento da aplicação dos reajustes para o dia 1 de julho de 2020.

BTG Pactual (BPAC11) anuncia programa de recompra de ações

O BTG Pactual (BPAC11) informou em fato relevante nesta quarta-feira (8) novo programa de recompra de ações que visa adquirir até 15 milhões de ações units.

O prazo para a recompra dos papéis será de até 18 meses, cabendo à Diretoria definir o melhor momento para a aquisição das ações.

Segundo a companhia, o objetivo da ação é realizar a aplicação eficiente dos recursos disponíveis em caixa, de modo a maximizar a alocação de capital da empresa.

Smiles (SMLS3) cancela projeções por impactos da Covid-19

A Smiles (SMLS3) comunicou o cancelamento das projeções divulgadas no fato relevante publicado em 02 de dezembro de 2019.

Segundo a companhia, o motivo se deve à expansão da Covid-19 e  seus impactos sociais e econômicos, em especial no setor de atuação da empresa.

A companhia declarou ainda que está monitorando de perto a evolução e os efeitos da pandemia em suas atividades.