Ministro confirma que Rio-Santos será incorporada pela Dutra em nova concessão

Paulo Amaral
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Foto: Foto : Divulgação/Instituto Nacional de Altos Estudos

Tarcisio de Freitas, Ministro da Infraestrutura, disse em uma live que a futura concessão da rodovia Presidente Dutra vai incorporar a Rio-Santos.

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Segundo Freitas, os investimentos serão feitos desde a saída do Rio de Janeiro até a chegada a Ubatuba, cidade localizada no litoral norte do Estado de São Paulo.

“Incorporamos a Rio-Santos para dentro da concessão porque tinha fôlego, caixa financeiro para isso”.

O ministro não especificou uma data para que o novo projeto saia do papel, mas disse que ele está para ser enviado ao Tribunal de Contas da União e tem previsão de investimentos de R$ 14 bilhões.

Os custos do projeto da nova BR-116 (Presidente Dutra) servirão para cobrir desde a  iluminação de led na estrada e câmeras a cada 500 metros até a instalação da terceira e quarta faixa e uma nova descida da Serra das Araras.

Rio-Santos

Para a Rio-Santos, o projeto do Ministério da Infraestrutura prevê a duplicação da via do Rio até o município de Angra dos Reis, ficando o trecho restante, até Ubatuba, com obras de “adequação de capacidade”.

O ministro se mostrou otimista com a concessão da rodovia, com leilão previsto para o próximo ano e que, segundo ele, já estaria com nove empresas interessadas em conversar sobre projetos.

“Sabemos que vai ter leilão extremamente concorrido”, disse.

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Segundo Tarcísio de Freitas, a crise mundial causada pela pandemia de coronavírus não retirou liquidez do mercado para investimentos em infraestrutura. Apenas colocou investidores em “compasso de espera.

Para trazer esses investidores, o ministro afirmou que o Brasil precisará ter uma boa gama de ofertas em investimentos voltados à infraestrutura.

“Ninguém se prepara para entrar num país, estudar o sistema tributário, a legislação, para participar de um único leilão. Há dispêndios nisso. Quando oferecemos portfólio, aumentamos a atratividade”, afirmou.

“O investidor percebe que se perder um ativo, tem outro. Então, trabalha para ganhar outro leilão porque sabe que terá oportunidades de mais ativos e de sinergia. O investidor pode compartilhar centros de operação, otimizar custos”, completou.

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