Ministério Público pede suspensão da contratação de militares para auxiliar no INSS

Paulo Amaral
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Crédito: Gustavo Roth/Folha Imagem/Dedoc

A intenção do governo em contratar 7 mil militares para auxiliar na demanda de pedidos do INSS e, com isso, diminuir a fila de espera por benefícios, recebeu um verdadeiro balde de água fria na última sexta-feira (17).

De acordo com o Portal G1, Lucas Furtado, sub-procurador geral do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), ordenou a paralisação do processo de contratações.

“Ao meu ver, não pode haver o direcionamento da contratação para os militares da reserva, pois, nesse caso, é nítida a reserva de mercado que o governo federal está promovendo para remediar o impasse das filas de processos pendentes de análise”, argumentou.

Furtado disse ainda que “o militar da reserva não é um funcionário público aposentado e que a disponibilidade dos militares de reserva visa atender a possíveis necessidades das Forças Armadas, não a necessidades de atividades de natureza civil”.

A representação, agora, será distribuída a um dos ministros do TCU e caberá ao relator atender ou não ao pedido do sub-procurador geral.

Atualmente cerca de 2 milhões de pessoas estão na fila à espera de uma resposta para saber se irão ou não gozar dos benefícios do INSS.


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