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Minério: queda de preços derruba papéis de Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5)

Minério: queda de preços derruba papéis de Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5)

A queda no preço do minério de ferro já contamina as ações da Vale (VALE3) e de outras empresas de mineração e siderurgia. Em consequência disso, a baixa nas ações acaba por impactar também o Ibovespa. R$ 97,51 (-5,71%)

No Ibovespa, a Vale recuou 5,71. Outra empresa do setor, a Companhia Siderúrgica Nacional – CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5) caiu 5,78% e 5,69%, respectivamente. As três empresas estão entre as cinco com maiores quedas no índice.

Na quarta-feira, o preço do minério atingiu US$ 153,40 por tonelada. Este é considerado o menor patamar de preço em seis meses.

Porém, nesta quinta-feira, o minério de ferro cai ainda mais. O recuo é de 7% no Porto de Dalian, na China. Com isso, a commodity era negociada a US$ 117,46 na bolsa da cidade chinesa.

Mineração: China busca conter preço da commodity

Relatório publicado no último dia 12 pelo BTG Pactual (BPAC11) já mostrava que a China já vinha abalando o mercado de minério de ferro. O governo de Pequim atua para conter possíveis movimentos especulativos sobre os preços e restrição na produção de aço, o que provocou queda de aproximadamente 25% na cotação.

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O relatório apontou ainda que o movimento do governo chinês traz tensão sobre a demanda futura. Isto porque a tendência de alta, que vinha desde 2019, foi revertida, de acordo com o banco.

Primeiro trimestre positivo

No primeiro trimestre do ano, o preço do minério avançou bastante. Tanto é que, naquela ocasião, os resultados das empresas brasileiras do setor tiveram bom resultado.

No primeiro trimestre do ano foi refletido no resultado da Vale (VALE3). O lucro foi de R$ 40,09 bilhões. Este é considerado o maior lucro da história das empresas de capital aberto brasileiras para o trimestre, revela pesquisa feita pela Economática. O BTG havia apontado que o primeiro trimestre foi o pico do crescimento do minério de ferro.