Mercados recuam com informação sobre tarifas dos EUA à China

Marco Antônio Lopes
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Crédito: Reprodução/iStock Photos

Os mercados internacionais e a B3 desaceleraram após informações da Bloomberg de que as atuais tarifas a produtos chineses por parte dos Estados Unidos seguirão até após as eleições americanas.

Segundo a Bloomberg, isso ocorrerá mesmo após a assinatura da fase um do acordo comercial, prevista para amanhã (15), na Casa Branca, entre as duas maiores economias do mundo.

O S&P fechou com queda de 0,15% e o Nasdaq recuou 0,24%.

O Dow Jones, por sua vez, fechou com leve alta de 0,11%.

A B3, entre perdas e ganhos, terminou o dia com leve alta de 0,26%.

Revisão de progresso

Os governos de China e EUA entendem que, menos de dez meses após a assinatura do acordo na Casa Branca na quarta-feira, os americanos revisarão o progresso e, potencialmente, reduzirão as tarifas atualmente em vigor em US $ 360 bilhões em importações da China, disseram fontes da Bloomberg. Elas não quiseram ser identificadas.

O período de revisão, que não deve ser especificado no texto do acordo, pretende dar tempo ao governo Trump tempo para verificar a adesão da nação asiática às premissas do pacto.

As autoridades chinesas e americanas disseram que divulgariam o texto do acordo de 86 páginas em conjunto com a assinatura e negaram que exista um plano para reduzir ainda mais as obrigações.

“Existe um anexo confidencial com valores detalhados do acordo”, disse o representante de comércio dos EUA Robert Lighthizer e o secretário do Tesouro Steven Mnuchin à Bloomberg. “Não há outros acordos orais ou escritos entre os EUA e a China sobre esses assuntos, e não há acordo para futura redução de tarifas”.

(Com Rodrigo de Oliveira)

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