Os contratos privados de energia firmados no chamado mercado livre de eletricidade têm sido a aposta dos investidores de energia eólica e solar no Brasil. É o que aponta reportagem da Reuters.
A opção pela modalidade vem crescendo e se confirma como alternativa aos leilões de energia do governo. “Como os leilões não estavam atendendo a demanda das empresas, elas acabaram encontrando um caminho novo”, afirmou Afonso Lugo, sócio-direto da ePowerBay à agência de notícia.
Em 2019, as concessões emitidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para novos projetos de geração somaram 10,8 gigawatts em capacidade, dos quais 82,8% foram para usinas que vendem energia no mercado livre. Em 2018, apenas 5% eram de contratos privados, de acordo com a consultoria ePowerBay.






