Mercado de ETFs deve alcançar US$ 50 trilhões na próxima década

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
1

Crédito: Photo by Markus Spiske on Unsplash

O mercado de ETFs pode se multiplicar por 10 na próxima década e alcançar US$ 50 trilhões, conforme avaliação do Bank of America.

Assim, a indústria de fundo de índice ultrapassaria mais que o dobro do PIB americano. Nos EUA o número de ETFs cresceu em média 25% ao ano nos últimos 10 anos, para US$ 4,3 trilhões, conforme relatório do BofA. Portanto, o Bank of America prevê um acrescimento de US$ 1 trilhão em 2020

Depois de anos com resultados pouco atraentes, os investidores trocaram os fundos ativos por ETFs com estratégias passivas.

Isso aconteceu porque os investidores enxergaram as vantagens, como baixo custo, eficiência tributária, liquidez e transparência, disse o BofA. Taxas de juros estáveis, expectativas de retornos positivos com ações e spreads de crédito apertados também podem servir de impulso em 2020, conforme o banco.

A previsão do BofA é mais otimista para ETFs, por mais que o prazo seja superior do que outras casas. Jim Ross, um dos fundadores dos ETFs, afirmou em 2018 que os ativos poderiam alcançar US$ 25 tri até 2025.

Outra estimativa, era de US$ 15 tri para 2025, segundo Matteo Andreeto, da State Street, em 2018.