Mercado de NY abre em ligeira queda, de olho nas indefinições do acordo EUA-China

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/iStock Photos

A segunda começa devagar nos EUA, depois de uma semana de máximas, em que foram anunciadas 266 mil novas vagas de emprego nos EUA, muito mais do que era esperado, o que animou o mercado.

O Dow Jones marcava -0,13% por volta das 5h. S&P também marcava -0,13%. E Nasdaq, -0,15%.

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Acordo comercial EUA-China

O acordo comercial entre EUA e China continua a dar o tom para o mercado. Falta menos de uma semana para o dia 15, data limite para os EUA taxarem mais fortemente os produtos importados chineses. E os dois países não dão sinais claros sobre qualquer definição.

Na sexta, 6, Larry Kudlow, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, disse à CNBC que os dois lados estavam “próximos” de um acordo, mas sugeriu que Trump também estava preparado para “ir embora” se certas condições não fossem atendidas.

Kudlow confirmou ainda para dia 15 o prazo para as novas tarifas. EUA e China impuseram tarifas no valor de bilhões de dólares em mercadorias uns dos outros desde o início de 2018, atingindo os mercados financeiros e prejudicando os negócios e o sentimento do consumidor.

Empresas: o que acompanhar

Nas notícias corporativas, a Thor Industries reportará os ganhos antes do sino de abertura.
Toll Brothers, Vail Resorts e Chewy estão entre algumas das empresas programadas para divulgar seus últimos resultados trimestrais após o fechamento do mercado.

Bolsas asiáticas

As bolsas asiáticas fecharam muito perto da estabilidade nesta segunda. A notícia relevante é que as exportações chinesas, caíram 1,1% em novembro, sendo a quarta queda mensal consecutiva do ano. A queda ocorreu por causa da diminuição das exportações aos EUA.

A exceção no mercado foi Tóquio, que avançou 0,33% devido ao resultado positivo do PIB japonês do terceiro trimestre, divulgado no domingo, 8. O PIB cresceu 1,8%, superior à expectativa de 0,2%.

Bolsas europeias

As bolsas europeias operam em baixa. O mercado acompanha o noticiário sobre a eleição antecipada na Grã-Bretanha. O primeiro-ministro Boris Johnson marcou para quinta, 12, a eleição parlamentar. Ele precisa vencer para fazer a retirada do Reino Unido da União Europeia ainda no início de 2020.

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