Méliuz (CASH3) compra 51,2% das ações da plataforma Picodi.com

Karin Barros
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Reprodução Blog da Méliuz

A Méliuz (CASH3) divulgou na tarde desta sexta-feira (26) que firmou um contrato entre a companhia e os sócios da Picodi.com, uma plataforma que reúne cupons de descontos, códigos promocionais e demais promoções de diversas lojas e marcas, presente em mais de 40 países.

O contrato mostra a aquisição das ações representativas de 51,2% do capital social de emissão da Picodi.com por, aproximadamente, R$ 120 milhões.

Sobre a Méliuz (CASH3)

Fundada em 2010, a Picodi.com conecta, mensalmente, mais de 12 mil lojas online a 4 milhões de usuários.

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O site recebe cerca de 68 milhões de visitas por ano, sendo a maioria proveniente de tráfego orgânico.

A plataforma apresentou uma receita líquida de mais de R$ 30 milhões, entre dezembro de 2019 e novembro de 2020.

A empresa, que possui atualmente 94 membros no time baseado na Polônia, é lucrativa e apresenta geração de caixa positiva.

Possível compra do restante das ações

A companhia também celebrou com os vendedores um acordo de acionistas, em que obteve uma opção de compra para a participação de 48,8% restante.

Os vendedores permanecem detentores dos 48,8% restantes do capital social da Picodi.com.

A venda vai depender da verificação de determinados critérios de desempenho, estabelecidos nos próximos três ou quatro anos.

A aquisição é uma estratégica para os negócios da Méliuz. Dessa forma, vai conseguir um ganho de escala e volume para a operação do seu próprio marketplace e ampliará a exposição do Méliuz a mercados internacionais.

O fechamento da operação está sujeito a condições suspensivas usuais a esse tipo de transação.

Ratificação possível

Considerando que a aquisição do controle da Picodi.com representa investimento relevante para a Méliuz, a aquisição será submetida à ratificação pelos seus acionistas em Assembleia Geral Extraordinária. Esta será realizada no mesmo dia da Assembleia Geral Ordinária da Companhia, prevista para 30 de abril de 2021.

O laudo de avaliação contratado pela startup brasileira para instruir a deliberação dos acionistas está em fase de elaboração.

Por fim, se concluído, a companhia informará aos seus acionistas se haverá direito de retirada aos acionistas dissidentes da deliberação. Assim como os prazos e regras para seu exercício, caso aplicável.