Melhor investimento: onde investir durante e após a crise

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Todos os investidores, independentemente do patamar de conhecimento sobre o tema, querem saber qual é a bola da vez no mercado financeiro. Os cenários mudam, mas a pergunta não. Qual é, afinal, o melhor investimento neste e nos próximos meses? E já se pode fazer alguma previsão para 2021?

Essas perguntas são mais difíceis de responder depois que a pandemia do novo coronavírus criou um cenário de incerteza no curto e no médio prazo, em meio à desaceleração da economia mundial. A perspectiva é nebulosa – mas há como se orientar e não se perder nesse período de turbulência.

Conversamos com assessores daEQI Investimentos para identificar oportunidades e como alocar recursos na atual situação econômica do país.

Perspectiva econômica

Segundo Paulo Filipe de Souza, assessor daEQI Investimentos, a perspectiva econômica antes do coronavírus era de crescimento forte do PIB brasileiro e do mercado americano em 2020.

O mercado brasileiro apontava para bons resultados por causa das reformas que vinham sendo feitas no país.

A taxa Selic, na mínima histórica, também vinha contribuindo para o otimismo — e, mesmo depois da crise, ainda continua favorecendo a retomada da economia.

A Selic estimula o investimento na atividade produtiva e o desengavetamento de projetos por parte das empresas. Já o crédito mais barato impulsiona o consumo das famílias. Esse conjunto ajuda a “roda da economia a girar”.

Cenário pós-crise

No fim de setembro deste ano, analistas do mercado financeiro previam uma queda de 5,05% no PIB deste ano e de crescimento de 3,5% no ano que vem. Essas projeções são divulgadas semanalmente no Boletim Focus do Banco Central.

Segundo Filipe de Souza, a expectativa é de que, no ano que vem, o PIB apresente alta porque vai ter muita demanda reprimida.

Já em relação à taxa básica de juros (Selic), o gestor da 3R investimentos, Tomás Awad, diz estar preocupado com o cenário macroeconômico. Na avaliação dele, o que vem pela frente é uma crise fiscal de difícil solução e uma crise de dívida.

“Existe uma miragem de Selic a 2% que não é verdade. Se você olhar a curva DI, já está precificando juros de 4% ou 5% no final de 2021”.

Trilhões

Em momento de crise as pessoas costumam procurar um porto seguro, como a economia dos Estados Unidos – que indica queda em qualquer cenário, mas, com a ajuda trilionário de recursos do governo federal, pode se recuperar ainda este ano. Por isso, vemos alguns investidores mandando dinheiro para fora do país.

É importante ponderar que a compra de moeda estrangeira é um investimento de alta volatilidade. Consequentemente, atribui maior risco à carteira – caso a estratégia não seja bem executada ou não esteja de acordo com o seu perfil.

No caso dos investimentos mais conservadores, você pode contar com a renda fixa.

Se você tem um perfil mais agressivo, uma boa alternativa é o mercado de risco – principalmente, ações e Fundos Imobiliários, possibilidades interessantes à medida que o Brasil voltar a crescer.

Melhor investimento pós-crise

Como o melhor investimento vai mudar de acordo com o perfil e objetivo de cada de investidor, fizemos uma lista com os ativos que devem compor um portfólio de sucesso no pós-crise.

“O ideal, durante a crise, é o investidor tentar manter o máximo de caixa disponível. Ou seja, o máximo possível de dinheiro em liquidez para que ele consiga aproveitar oportunidades”, afirma Souza.

É importante você saber o seu perfil de investidor e ter clareza sobre seus objetivos. Afinal, para cada perfil existe uma alocação (divisão entre tipos diferentes de investimentos) ideal.

A priori um investidor de perfil conservador não deve expor o seu capital ao risco, e portanto as ações não deveriam fazer parte do seu portfólio.

“Entretanto é compreensível que estes conservadores busquem se aventurar em investimentos dessa modalidade em busca de retornos mais atrativos, no momento em que a renda fixa tradicional está com rentabilidade bastante limitada por conta da Selic mais baixa, sobretudo se compararmos com alguns poucos anos atrás onde se era possível ganhar dois dígitos de rentabilidade anual na segurança da renda fixa”, explica o assessor de investimentos da EQI, Elias Wiggers.

O assessor ressalta que é aconselhável o investimento somente com o capital de longo prazo (sem previsão de uso em 5 anos) e num percentual de no máximo 10% do patrimônio.

Investimento em ações

Os investidores com perfil mais agressivo podem e devem ter uma carteira de ações em seu portfólio, principalmente naquela parte do seu capital separada para investimentos de longo prazo.

Apesar da recuperação da B3 desde o tombo de março, segundo Wiggers, ainda existem empresas e alguns setores descontados na bolsa. Tratam-se de companhias ou mercados que sofrem ou sofreram mais diretamente os efeitos imediatos da crise.

Ele citou como exemplo as empresas do setor aéreo e aquelas que de algum modo sofrem influência dela, como o setor de aluguel de carros.

Mas lembrou que outros setores já se recuperaram quase que na totalidade da queda de março. Algumas estão até mais valorizadas do que antes da pandemia. Entre elas estão empresas que foram beneficiadas por mudanças nos hábitos de consumo ou pela alta do dólar.

Pechinchas

Para Elias Wiggers, no setor bancário brasileiro ainda há boas oportunidades, tendo em vista que boa parte dos bancos projetaram grandes volumes de créditos de liquidação, mas que ao que tudo indica, tendem a ser bem menores do que o previsto.

No segmento bancário, Elias citou o Banco do Brasil (BBAS3), que negocia hoje a um valor inferior do que o patrimônio líquido, em cerca de 80%.

“É como se todas as ações do banco somadas representassem apenas um percentual do valor total em ativos financeiros do banco. No caso seria como comprar uma nota de R$ 100,00 por R$ 80,00”, exemplificou.

O assessor ainda citou a Embraer (EMBR3), que também negocia abaixo do valor patrimonial, cerca de 30%.

A Embraer é uma das maiores empresas do setor, e uma das maiores exportadoras brasileiras, sendo líder no segmento de jatos médios de longo alcance, essenciais para aviação regional, muito utilizada no exterior.

A empresa já vinha sofrendo por conta da fusão com a Boeing, quando a americana foi obrigada a manter em solo seus aviões por problemas técnicos, e viu depois a Boeing desfazer o negócio, além de ter sofrido todo o impacto da pandemia junto com o setor aéreo.

Paciência

O momento, porém, pede paciência por parte dos investidores. O ideal é ir montando a carteira de ações aos poucos, de modo a fazer um bom preço médio. Até porque as incertezas sobre a retomada da economia não se dissiparam.

Lembre-se de focar em boas empresas. Busque companhias com forte geração de caixa, baixo nível de alavancagem financeira, resultados recorrentes, entre outros fatores.

Por fim, preze pela diversificação de ativos, tanto por questão de segurança como para potencializar a possibilidade de retorno.

investimento ações

Investimento ações

Investimento em Fundos Multimercado e Fundo de Ações

O fundo de Investimento é uma modalidade coletiva de aplicação em que um gestor administra o capital dos cotistas.

Quando você aloca seu capital em um fundo, contará com uma gestão profissional. Dependendo do fundo, você terá alguns dos melhores gestores do país, como Henrique Bredda (Gestor da Alaska Asset), selecionando os ativos da carteira.

Essa modalidade ainda é indicada para o investidor que não tem tempo ou interesse em acompanhar o mercado.

Fundos Multimercados

Os fundos multimercados surgiram com a necessidade de investidores de confiarem seus recursos a um gestor, que poderia investir o seu capital em diferentes tipos de investimento como renda fixa, DI, crédito, Ações, Juros, Moedas, no Brasil ou no exterior. Ou seja, são aplicações diversificadas e com bastante liberdade para investir.

Durante os anos os multimercados se desenvolveram e se especializaram em alguns nichos. Hoje existem diversos tipos de fundo multimercado, desde os mais conservadores até os mais arrojados, e com estratégias diferentes.

Segundo a classificação da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) existem Fundos Multimercado do tipo Dinâmico; Estratégia Específica; Investimento no Exterior; Juros e Moeda; Long and Short Direcional; Long and Short Neutro; Livres; Macro e Trading.

Essa modalidade de investimento sofreu um baque durante a crise como várias outras. Mas mantém boas perspectivas para longo e médio prazo. Dessa forma, é recomendada Ao investidor que deseja correr um pouco mais de risco.

Fundo MultimercadoAplicação MínimaTaxa Adm. a.a.Cota Resg.Rentabilidade (12M)
Forpus Multiestrategia FIMR$ 1.000,001,75%D+16
Versa Fit Long Biased FIMR$ 500,002,00%D+1064,08%
Vinland Long Biased FIMR$ 1.000,000,95%D+3214,52%
Ibiuna Hedge STH FIC FIMR$ 5.000,001,96%D+317,86%
Vista Multiestratégia FIMR$ 5.000,002,00%D+1633,33%

Atualizado em 29 de setembro

Fundo de Ações

Já os fundos de ações são aqueles investimentos que aplicam o capital dos cotistas em ações disponíveis no mercado. Costumam estar entre as opções mais arriscadas e também entre as mais rentáveis do mercado financeiro em geral.

O investidor mais arrojado e com foco no longo prazo deve aproveitar o momento de queda dos ativos para montar posição em fundos de ações. Isso porque a economia brasileira deve iniciar o processo de retomada pós-pandemia.

Estes e outros aspectos econômicos nos levam a crer que os ativos brasileiros ainda têm muito potencial de valorização. E os fundos multimercado mais agressivos e de ações tendem a se valorizar bastante.

Esses fundos somente são indicados caso o seu perfil de investidor seja moderado ou agressivo, pois existe risco de grandes oscilações do seu capital. Momentos de estresse de mercado são imprevisíveis e normais, mesmo em ciclos econômicos de alta. Use este tipo de investimento com moderação e sabendo da relação risco/retorno dele.

Veja alguns exemplos de fundos que rodaram muito bem neste ano antes da pandemia e tem tudo para seguirem performando bem pós-pandemia.

 

Fundo de AçõesAplicação MínimaTaxa Adm. a.a.Cota Resg.Rentabilidade (12M)
Equitas Selection FIAR$ 5.000,002,00%D+32-15,57%
Alaska Black BDR Nivel 1 FIAR$ 5.000,001,85%D+32-48,10%
Opportunity Selection FIAR$ 5.000,002,00%D+3-0,22%
Real Investor BDR Nivel I FIAR$ 5.000,002,00%D+298,03%
Legg Mason Clearbridge Growth FIAR$ 5.000,001,00%D+523,36%

Atualizado em 29 de setembro

Investimento em Fundos Imobiliários

Em tempos de Selic baixa, os Fundos Imobiliários ganharam ainda mais relevância no mercado brasileiro. Isso porque, em sua maioria, são compostos de ativos reais e bons pagadores de dividendos.

No entanto, é preciso saber filtrar oportunidades para que se possa encontrar verdeiras barganhas. Na atual conjuntura, existem ótimos fundos com valor patrimonial acima do valor de mercado. São esses que o investidor deve concentrar esforços na alocação. Ou seja, atente a fundos que estejam cotados abaixo do preço dos ativos presentes neles.

Como lucrar investindo em FII?

Existem duas formas de lucrar com investimentos com os FIIs, uma por meio da valorização da cota pelo efeito oferta versus demanda e a outra por dividendos mensais obrigatórios derivados dos aluguéis.

O lucro, ou o ganho de capital, sobre a valorização da cota, tem a incidência de imposto de renda (20%), enquanto os dividendos são isentos de impostos por força da legislação vigente.

Os Fundos Imobiliários são obrigados por lei a distribuir rendimentos mensais aos cotistas – por isso são uma boa alternativa de renda recorrente para investidores. Além disso, possuem uma garantia real.

Aí está, por exemplo, uma das vantagem em relação aos investimentos em imóveis físicos: os rendimentos de aluguéis de FII são isentos de Imposto de Renda – diferente dos imóveis, cuja renda dos aluguéis precisa ser declarada ao Leão.

Os FIIs oferecem ainda menor risco de liquidez. Ou seja, têm mais facilidade de encontrar comprador na hora de vender. Isso acontece porque os FIIs são negociados no ambiente de bolsa de valores e possuem muita liquidez.

Existem Fundos Imobiliários de Papel e de Tijolos.

Papel

Os de Papel compram CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Eles nada mais são do que dívidas lastreadas em imóveis.

Tijolo

Os chamados fundos de Tijolo, como o nome sugere, compram imóveis físicos, podendo ser somente um ou múltiplos imóveis.

Se seu objetivo é ter renda como faz com um imóvel alugado, você deve prestar atenção aos FIIs, já que os mesmos tem entregado aluguéis na ordem de 7% a 8% ao ano, isentos de imposto de renda, algo muito acima do que um imóvel é capaz de gerar tradicionalmente.

Veja abaixo alguns exemplos de FIIs, de diversas modalidades, a remuneração mensal dos cotistas (Dividend Yield).

Fundos Imobiliários

Fundo ImobiliárioPreçoP/VPAYield (12M)
KNRI11R$ 165,061,055,05%
VISC11R$ 109,690,94,34%
XPLG11R$ 129,001,185,09%
MXRF11R$ 10,971,089,12%
MALL11R$ 92,900,884,54%

Atualizado em 28 de setembro

Investimento em CDB Prefixados e IPCA+

Esse tipo de investimento sempre estará presente em uma carteira de sucesso, já que atende a todos os tipos de perfis: Conservadores, Moderados ou Agressivos.

Aplicar em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) consiste em emprestar dinheiro para um banco. Existem sempre três alternativas de rentabilidade: Prefixado, Pós Fixado ou ou mistos – exemplo: IPCA+.

As aplicações pós fixadas acompanham um indexador. E, no caso dos CDBs, o indexador é o CDI, que, por sua vez, segue a Selic. Ambas sem perspectiva de elevação no curto prazo.

Portanto é mais interessante você buscar as emissões bancárias de Renda Fixa Prefixadas (cuja taxa é conhecida desde o início da aplicação) ou aquelas atreladas à variação da Inflação (IPCA+), que são as melhores opções para o longo prazo.

Aqui algumas taxas indicativas que podem ser encontradas no mercado pela plataforma do BTG Pactual:

TítuloTipoVencimentoTaxa de Rendimento (% a.a.)Valor Mínimo
CDBPrefixado5 anos9,00% a.a.R$ 10.000,00
CDBPrefixado4 anos8,21% a.a.R$ 10.000,00
CDBPrefixado3 anos7,13% a.a.R$ 10.000,00
CDBIPCA+5 anosIPCA + 4,70 % a.a.R$ 1.000,00
CDBIPCA+4 anosIPCA + 3,90% a.a.R$ 1.000,00
CDBIPCA+3 anosIPCA + 2,96% a.a.R$ 10.000,00
  • Sujeito a variações

Quanto investir em cada alternativa?

Ao longo do artigo, você deve ter se perguntado, quanto devo investir em cada modalidade de investimento?

A resposta depende do seu perfil e objetivo.

Por isso realizar o Teste de Perfil é o primeiro passo para que você possa tomar decisões mais assertivas e convergentes com seus objetivos. Recomenda-se agendar uma reunião com um assessor de investimentos para auxiliá-lo na elaboração de seu portfólio de investimentos.

Mas, apenas para referência geral, pode-se adotar como sugestão as carteiras sugeridas para cada perfil de investidor.

Conservadora

Alocação
Renda Fixa73,11%
Multimercado Macro18,66%
Renda Variável Long Only6,31%
Renda Fixa Inflação1,92%

      

Moderada

Alocação
Renda Fixa29,28%
Multimercado Macro22,40%
Multimercado – Long Short17,95%
Renda Variável – Long Only10,75%
Renda Variável – Long Biased8,06%
Renda Fixa – Inflação7,98%
Exterior3,58%

Sofisticada

Alocação
Renda Variável – Long Only24,78%
Renda Variável – Long Biased18,97%
Renda Fixa – Inflação17,88%
Renda Fixa12,47%
Multimercado – Long Short12,27%
Multimercado Macro11,19%
Exterior2,44%

Objetivos específicos

Tais carteiras atendem a uma finalidade genérica de proteção de capital e ganhos acima da inflação. Entretanto, objetivos específicos de cada investidor devem ser levados em conta na hora de montar uma carteira.

Por este motivo, o Teste de Perfil é só o começo. Entender mais profundamente a sua realidade e a sua disposição ao risco, assim como suas definições quanto a prazos de investimentos, é uma tarefa um pouco mais sofisticada, e que exige uma análise mais criteriosa. Sobretudo por se tratar do seu dinheiro. Essa é a função de um assessor de Investimentos.

Atenção a estes investimentos

Em meio ao cenário de juros baixos e atividade econômica lenta, há investimentos que podem ser evitados, como poupança e títulos pós-fixados que rendam menos de 100% do CDI.

No caso dos pós-fixados porque a taxa de juros já está baixa e deve cair ainda mais.

Dessa forma, provavelmente, vão render menos do que a inflação.

Inflação

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Fonte: Banco Central do Brasil

Poupança

Tradicional aplicação dos brasileiros, a poupança rende 70% da Selic, que, a partir de agosto, recuou para 2% ao ano.

Isso representa 1,4% ao ano, ou 0,11% ao mês (sem considerar a inflação).

Com uma previsão de inflação de 1,99%, isso levaria a poupança a um rendimento negativo de aproximadamente 0,59%.

Assim, a aplicação tem tudo para se tornar, como nos últimos anos, o pior “investimento” de 2020.

Fundos DI

Na mesma linha seguem todas aquelas aplicações que não conseguem bater o CDI, sendo ainda piores as que cobram taxas bem acima da média de mercado.

No entanto, se você precisa de liquidez imediata, então um fundo DI pode fazer sentido. Caso contrário, também é um tipo de fundo para você esquecer.

Tesouro Direto

Num passado recente, o Tesouro Direto já esteve entre os melhores investimentos do mercado, mas agora não está  tão interessante.

Porém ainda pode haver oportunidades nos títulos Pré e IPCA+, que são impactados pela abertura da curva de juro futuro (aumento das expectativas para o DI no futuro), que normalmente se dão por notícias ou previsões que impactam positiva ou negativamente os ânimos do mercado, e levam os preços de títulos no mercado a corrigirem sensivelmente.

Sendo assim, em momentos de crise podem surgir entradas de compra nestes papéis, principalmente aqueles com vencimento mais longo.

Reforçando: conte sempre com um assessor

As crises sempre existiram e vão continuar existindo. Diante dessa certeza, o importante é estar preparado para quando elas vierem.

Contar com ajuda de um especialista pode ser decisivo no mundo dos investimentos. Fale com um assessor de investimentos. As alternativas estão aí, mesmo em momentos de crise.

  • Dúvidas sobre como investir? Tenha um Assessor de Investimento especializado em planejamento financeiro e gestão de patrimônio. Conheça a EQI.

(Com edição Rodrigo Petry)