Qual o Melhor Investimento para 2017?

Melhor Investimento para 2016

Melhor Investimento para 2016
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“Encontre o melhor investimento, e aprenda onde investir em 2016.”

Onde investir em 2016?
Economia, Política e Investimentos.

Rentabilidade e Melhor Investimento
Melhor Investimento Seguro

Já saiu o nosso artigo: Qual o Melhor Investimento 2017?

O artigo a seguir tratou do melhor investimento para 2016.

Para os mais apressados, vamos a um resumo:

Nos últimos 2 anos (2014 e 2015) criei artigos com orientações sobre como e onde investir.

Sempre tentando apresentar ao leitor não só uma sugestão pura e simples, mas sim uma explicação baseada na economia e na política que motivaram as minhas escolhas.

Fui bastante feliz nas escolhas e se quiser ler as anteriores clique aqui: 2014 ou 2015.

Este ano foi mais difícil desde o início, mas depois das turbulências na política parece que começamos a ver um horizonte mais claro na política econômica do novo governo.

Para cada Perfil, existe um Melhor Investimentos

Antes de começarmos, vale lembrar que cada investidor tem um perfil diferente, e para cada perfil e necessidade de investidor há uma forma mais indicada, ou seja, um “melhor investimento”.

Neste artigo eu falo o que penso para o meu perfil e para os meus investimentos.
Para conhecer o seu perfil e receber uma sugestão mais adequada, sugiro que você faça um teste de Perfil antes de continuar a leitura: Teste de Perfil

Durante o artigo, você também pode me enviar perguntas, através de um formulário como este:

Espero que você tenha gostado do Resumo até aqui. Daqui para frente vamos aprofundar o assunto.

Antes de continuar, você pode me enviar perguntas caso esteja com dúvidas:









Prefere ver um vídeo antes de ler o texto?

Palestra: Melhor Investimento para 2016

Esta palestra já foi assistida por mais de 18.000 pessoas, garanto que você não vai se arrepender assim como as mais de 100 pessoas que deixaram seu comentário positivo no Youtube.

Fico esperando suas dúvidas e comentários

Qual o Melhor Investimento: Como e Onde Investir em 2016?

Nos últimos dois anos apostamos na alta nas taxas de juros (taxa SELIC) e acertamos, a SELIC subiu de 10% para os atuais 14,25% ao ano e o melhor investimento se mostrou ser os pós-fixados, aqueles que sobem com o CDI ou SELIC (ex: 110% do CDI).

Uma pequena alocação que fizemos no câmbio, também se mostrou acertada, já que o Brasil entrou em rota de perder o grau de investimento, mas agora que estamos na metade do ano, sugerimos não comprar mais a moeda estrangeira.

Neste momento, estamos em uma encruzilhada e escolher o melhor investimento para 2016/2 e 2017/1 vai ser mais difícil. O Banco Central que já anunciava no início do ano o fim do processo de alta nos juros – leia a notícia, agora já fala em queda dos juros até o final do ano de pelo menos 0,5%.

Duvida sobre o Melhor Investimento

Mas o governo segue sem conseguir fechar suas contas (governo gasta mais que arrecada, aumentando o já famoso Déficit Fiscal), o que realimenta a inflação que tende a se manter alta, sobrando apena um remédio: manter alta a SELIC.

O ditado “Na dúvida não ultrapasse” ou “O seguro morreu de velho” cabem bem nessa hora. Enquanto a economia não der sinais claros de que as coisas começaram a melhorar, vamos manter parte importante do capital em investimentos que “defendam-nos” do pior.

Siga investindo nos Pós-Fixados

investir pós-fixado

Por isso acredito ser prudente continuar com a maior parte de seus investimentos (60% a 70%) pós-fixados, ou seja, aqueles que sobem junto com a SELIC e que normalmente são atrelados ao CDI (mais adiante explico melhor os investimentos pós-fixados).

Um bom exemplo são os CDBs que podem ser encontrados rendendo nas melhores hipóteses entre 115% do CDI e 120% do CDI. Ou algumas Letras de Câmbio, raras no mercado, mas rendendo até 128% do CDI, como os da financeira Caruana.

Com o CDI em 14,13%, estamos falando no caso dos CDBs de 120% do CDI: 120% x 14,13% = 16,95% ao ano. O que representa 14,41% líquidos, bem acima da poupança que vem pagando 8% ao ano, ou da inflação que está flutuando próxima a 9,5% ao ano.

melhor investimento prefixado

Basicamente, se o seu prazo é de até 3 meses, procure por fundos de investimentos. Se o prazo é de 3 meses a 2 ano, o melhor investimento são as LCIs ou LCAs. Se o prazo é entre 2 e 3 anos procure por CDBs e LCs, existem boas opções variando entre 116% e 128% do CDI.

Já para prazos maiores o melhor investimento fica entre o Tesouro Direto e as Debêntures, pois a queda nas taxas de juros vai fazer com que estes produtos se valorizem muito.

O que você já deve estar notando é que o melhor investimento, depende muito do prazo pelo qual você quer investir. Quando eu começar a lhe assessorar, esta será a primeira pergunta que vou fazer, pois não existe um melhor investimento geral e sim o melhor investimento para você.

Reserve uma parte para os Prefixados

Investir em Prefixado

Uma segunda parte de seus investimentos pode procurar investimentos prefixados, aqueles onde já sabemos no início o quanto vamos ganhar. No início do ano era possível encontrar alguns pagando 18,6% ao ano fixo, com vencimento em 3 anos.

Enquanto atualizo o texto (em junho) somente podemos encontrar CDBs prefixados pagando 15%. Mesmo parecendo uma grande queda, este investimento pode se justificar em caso de uma grande queda nas taxas de juros (SELIC).

Imagine que a SELIC caia para os esperados 12%, você vai garantir uma taxa de 15%, o que vai ser ainda melhor caso a inflação realmente fique menor do que os 7% esperados pela pesquisa Focus.

Algumas oportunidades no mercado são fugazes e devem ser aproveitadas quando aparecem, como aconteceu no início do ano: Imagine que ganhando 18,6% ao ano. Em 3 anos você vai ganhar: 1,186^3 = 1,6682 = 66,82% em 3 anos.

Depois de um IR de 15% sobre o lucro, teremos 56,8% líquidos de rendimento ! Imbatível!

Aprenda e Invista em produtos Pré + Inflação

Investir em Pré + IPCA

O governo sinaliza uma boa queda na inflaçãonos próximos anos, mas ainda estamos com um pé atrás, já que os números da economia (déficit primário e crescimento exponencial da dívida) não combinam muito com queda na inflação.

Esperamos assim que o governo não comece a baixar os juros na “esperança” de uma inflação mais baixa, o que pode gerar uma situação de juros reais muito baixos e isso nos deixaria em uma posição ruim para escolher o melhor investimento.

Para que você entenda, se a SELIC estiver em 11% e a inflação em 9%, só sobraram 2% de “juros reais”, e se descontarmos o IR disso, quem sabe ficamos com juros até negativos.

Neste caso será importante garantir que uma parcela do capital esteja em investimentos do tipo “IPCA +”. Hoje é possível comprar investimentos que lhe garantam pelo menos uma rentabilidade de IPCA + 6%, ou seja, 6% acima da inflação.

Inflação de Preços

Mas nem tudo são flores:

Estes títulos normalmente tem prazos mais longos (3, 5 , 10 e até 35 anos) e variam bastante antes do vencimento, por este motivo você precisa planejar bem o seu investimento para não precisar sacar antes do prazo.

Investimentos do tipo Pré + Inflação, também são conhecidos por “IPCA+” e você vai achar CDBs, LCIs, LCAs, Debêntures e Títulos do Tesouro com rentabilidades deste tipo. Sendo os Títulos do Tesouro, as NTN-B os mais comuns.

Espero que você tenha gostado do resumo do Artigo, antes de continuar você pode me enviar perguntas, caso esteja com dúvidas:








Qual o melhor Investimento para 2016?

Artigo Completo

Para entender qual o melhor investimento para 2016, precisamos ter uma compreensão maior sobre a política e a economia, como já falei no início do texto. Os últimos 9 meses tem sido muito muito agitados, ainda assim o horizonte não é muito claro.

Economia x Investimentos

Economia, Política e o Melhor Investimento

O Governo está em uma encruzilhada, precisa controlar a inflação que foi gerada pela indisciplina nas contas públicas do governo anterior. Governo este que passou muito tempo gastando mais que arrecadava e aumentou assim drasticamente a quantidade de dinheiro na economia.

Inclusive você pode entender mais sobre isso em nosso artigo sobre inflação.

Existem basicamente 3 maneiras para conter a inflação, e a primeira é o governo gastar menos, o que é difícil, devido a todo o trâmite político, falta de “traquejo” e incapacidade gerencial.

Governo Poupar Melhor

Mas a maneira mais fácil é mexer com a demanda, através do aumento das taxas de juros (ou neste caso manutenção de uma taxa ainda alta), entenda: com juros mais altos, os financiamentos ficam mais caros.

Do outro lado, aqueles que possuem capital acabam preferindo investir, para ganhar os juros elevados em vez de comprar ou investir em suas empresas e negócios, freando assim a demanda na economia.

Veja como o Banco Central vem aumentando os juros (SELIC) desde o final de 2012.

Evolução da Taxa SELIC

Melhor Investimento Pós-Fixado

Aumentar os juros (aumentar a SELIC) é um remédio que atua rápido, mas que tem o pior efeito colateral, que é o desaquecimento da economia, o que o governo também não quer.

Fechando o raciocínio:

A inflação deve seguir pressionando nos próximos 12 meses, e por isso a esperada queda nas taxas de juros deve ficar para o início do ano que vem, quando se espera uma gradual queda nos juros e baseados nisso iremos tomar nossas decisões e fazer nossos comparativos.

A partir de agora, vou dividir o texto entre: O melhor investimento de Renda Fixa para 2016 e os possíveis melhores investimentos em Renda Variável (Ações, Ouro, Moedas).

Quer aprender mais sobre investimentos? Dê uma pausa e inscreva-se em nossa palestra!

Palestra Melhor Investimento para 2017

Melhor Investimento de 2106 em Renda Fixa

Vamos começar pelos melhores investimentos de Renda Fixa já que eles devem compor a maior parte da carteira dos investidores, nela existem oportunidades muito interessantes de grandes melhoras de rentabilidade sem nenhum acréscimo de risco.

Como falei anteriormente, cada investidor tem um perfil e para cada perfil de investidor existe uma recomendação máxima de exposição a Renda Variável. Se você ainda não sabe o seu perfil de investidor, faça o teste aqui: Teste de Perfil

Tipos de Investimentos:

Em geral, os investimentos de Renda Fixa podem ser resumidos na lista abaixo e vou tentar explicar cada um deles e quando são vantajosos.

  • CDBs
  • LCIs
  • LCAs
  • Letras de Câmbio
  • Fundos DI
  • Fundos de Crédito
  • Debêntures
  • Títulos do Tesouro

Pós-Fixado, Prefixado e Pré+Inflação:

Os investimentos de Renda Fixa Pós-Fixados normalmente são atrelados ao CDI, sendo que se o CDI subir durante o período de aplicação, a rentabilidade vai ser maior que a esperada no início, mas se o CDI cair durante o período, a rentabilidade vai ser menor que a esperada.

Por isso os investimentos são chamados Pós-Fixados, pois, apesar de termos uma grande ideia, só saberemos a rentabilidade exata no final do período. Por exemplo se um investimento rende 110% do CDI e o CDI está em 14% ao ano, seu investimento vai render 15,4% ao ano enquanto o CDI se mantiver neste patamar. Leia aqui mais sobre o CDI.

Os investimentos de Renda Fixa Prefixados, como o nome já diz, são os que tem sua rentabilidade fixa estabelecida na contratação, por exemplo 17% ao ano. Não importa o que aconteça, a rentabilidade de seu investimento não muda.

Os investimentos Pré + Inflação, são os que misturam em sua rentabilidade uma parte pré-fixada mais a inflação do período. Como exemplo, um CDB que renda IPCA + 8%, vai render a inflação do período acrescida de 8%.

Estes são inclusive os investimentos mais conservadores e seguros entre os investimentos de Renda Fixa, por garantir uma rentabilidade acima da inflação.

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Melhor Investimento para 2016
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Divisão:

Enquanto o cenário político não fica mais claro, vamos dividir investimentos de Renda Fixa 50% Pós-Fixados quando os prazos forem de até 2 ou 3 anos, deixando os outros 50% divididos entre investimentos Pré-Fixados ou Pré + Inflação (conforme as taxas entregues pelos bancos aos investidores).

Prazos

Quanto aos prazos, você vai encontrar uma grande variedade, desde investimentos que podem ser sacados um dia depois de investidos, até investimentos com carências variando de 3 meses a 3 anos.

Carência, vale explicar, é o prazo pelo qual você não pode mexer nos seus investimentos e é um fator muito importante na escolha dos seus investimentos. É o primeiro fator a ser analisado com o qual eu trabalho com meus clientes.

Tempo-e-dinheiro

E porque escolher investimentos com carência?

Porque como disse Benjamin Franklin (O homem na nota de U$ 100), tempo é dinheiro, e nos investimentos quanto maior a carência maior é a rentabilidade paga pelo Banco nos seus investimentos. Os prazos mais comuns não 6, 12, 24 e 36 meses.

A regra para investimentos de Renda Fixa é clara: Quanto maior a carência do investimento, melhor vai ser a rentabilidade recebida no investimento.

Entenda cada um dos Tipos de Investimentos de Renda Fixa

Depois de explicar os tipos de investimentos de Renda Fixa, quando que cada um deles funciona melhor e sua finalidade, poderemos finalmente começar a montar uma estratégia e descobrir o melhor investimento para 2016, de acordo com suas necessidades.

LCIs e LCAs

Investir em LCI e LCA

As LCIs e LCAs, são investimentos de Renda Fixa, lastreados em financiamentos imobiliários (LCI – Letra de Crédito Imobiliário) ou crédito agrícola com as terras em garantia (LCA – Letra de crédito do Agronegócio).

Além dos bens em garantia, temos também a garantia do FGC, que garante investimentos em qualquer banco para o montante de até R$ 250.000,00.

O grande diferencial das LCIs e LCAs, é que elas não pagam imposto de Renda, o que as torna muito interessantes principalmente para carência de até 2 anos. Isto popularizou o investimento em LCIs e LCAs nos últimos anos.

Os prazos de investimentos das LCIs variam de um mínimo de 3 meses até 3 anos, porém LCIs são interessantes como investimento para prazos de até 18 meses, pois no prazo de 24 meses, normalmente os CDBs são mais vantajosos.

Para uma LCI de carência de 6 meses podemos conseguir até 93% do CDI (0,93 x 14,13% = 13,14% a.a.), ou 96% do CDI para investimento de 1 ano (0,96 x 14,13% = R$ 13,56%). As LCIs normalmente tem investimento inicial que começa em R$ 10.000,00.


Leia mais sobre LCIs e LCAs.

CDBs – Certificado de Depósito Bancário

Investir em CDB

Os CDBs são investimentos que funcionam como um empréstimo que você faz ao Banco. Em troca disso o banco paga uma rentabilidade, que varia conforme o prazo deste “empréstimo”, chamado de carência como já explicamos antes.

Assim como as LCIs, os CDBs também participam da garantia de até R$ 250.000,00 oferecida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para os bancos participantes.

Aplicações em CDBs são tributadas com Imposto de Renda, que varia conforme o prazo do investimento: 22,5% sobre o lucro para aplicações de até 6 meses, 20% entre 6 meses e 1 ano, 17,5% entre 1 e 2 anos.

Finalmente, depois de 2 anos os CDBs só são tributados em 15% sobre o lucro. Como exemplo, se você ganhou 20% em uma aplicação de dois anos, vai ganhar 17% líquidos (20% x (1-15%)). É por este motivo que os CDBs são mais indicados para prazos maiores que 2 anos.

Investimento em CDB

Normalmente você vai encontrar CDBs pós-fixados rendendo até 120% do CDI para uma carência de 3 anos e 117% para uma carência de 2 anos. Para carências menores os CDBs deixam de ser atraentes como já falamos aqui, devido ao IR.

A exceção fica para os investimentos de liquidez diária (que pode ser sacado a qualquer momento), onde os CDBs passam a ser uma excelente opção e você pode encontrar CDBs rendendo 104% do CDI.

Os CDBs prefixados já renderam no início do ano em torno de 18,3% ao ano fixos para 3 anos e 17,4% ao ano com 2 anos de carência. Os do tipo pré + inflação pagam IPCA+8% para 3 anos e IPCA+7% para 2 anos.

Hoje, as taxas caíram devido a perspectiva de queda do CDI futuro, de forma que os prefixados só podem ser encontrados em uma faixa de 14,5% até 15,5%. E os IPCA+ em uma faixa de IPCA+6% até IPCA+7%.

Os CDBs normalmente tem investimento inicial que começa em R$ 10.000,00.

Leia mais sobre CDBs.

LCs – Letras de Câmbio

Investir em Letras de Cambio

Funcionam da mesma forma que um CDB, porém o “empréstimo” é feito para uma financeira e não um banco. Financeiras fazem empréstimos consignados, financiamentos de casas e carros porém, não são bancos comerciais.

Apesar disso, elas tem a mesma proteção do FGC, portanto são tão seguras como qualquer outro banco. Mas por não terem a mesma capacidade de atrair clientes, pagam mais para os investidores.

O “defeito” é que as LCs não aparecem a todo momento, em 2015 por exemplo como a maior parte dos brasileiros está endividada, apareceram poucas LCs disponíveis para investimento.

Normalmente as LCs tem rentabilidade pós-fixada e rendem 132% do CDI com carência de 3 anos e 126% do CDI para carência de 2 anos.

As LCs normalmente tem investimento inicial que começa em R$ 10.000,00.

Leia mais sobre LCs.

Fundos de Investimentos: Fundos DI e Fundos de Crédito

Investir em Fundos de Investimentos

Os Fundos de Investimentos, funcionam como clubes ou associações, onde investidores com um fim comum de investir se unem abaixo de um CNPJ. Esses fundos são organizados e custodiados por um banco e tem regras claras sobre como e onde podem investir.

Os Fundos DI investem quase que exclusivamente em Títulos do Tesouro do tipo LFT e tem liquidez diária, ou seja, podem ser sacados a qualquer momento e por isso são indicados para aquela parcela dos investimentos reservada para emergências.

Os fundos DI rendem entre 99% do CDI e 102% do CDI.

Leia mais sobre Fundos DI

Já os Fundos de Crédito, investem em compra de recebíveis e por isso carregam consigo uma oscilação um pouco maior.

Bem por isso eles também tem uma rentabilidade maior que fica entre 110% do CDI com liquidez em D+30 (você recebe o dinheiro 30 dias depois de pedir o resgate) e 120% do CDI com liquidez em D+180.

Os Fundos de Investimentos, normalmente tem investimento inicial que começa em R$ 1.000,00.

Leia mais sobre Fundos de Crédito

Tesouro Direto

Investir em Tesouro Direto

O Tesouro Direto é o mais complexo dos assuntos. Eu sugiro fortemente que você entenda bem como ele funciona antes de investir. Logo mais abaixo eu disponibilizo um link para um artigo muito completo como também uma aula no Youtube.

Basicamente existem 3 tipos de títulos, as LFT ou Tesouro SELIC que são pós-fixados, as LTN ou Tesouro Prefixado que como o nome já diz são prefixados e as NTN-B ou Tesouro IPCA+ que rendem inflação mais uma taxa fixa.

Os Títulos do Tesouro tem garantia do governo e são considerados os investimentos mais seguros no Brasil. São indicados quando o investidor tem um capital pequeno para investir, já que você pode investir no Tesouro recebendo boas taxas com apenas R$ 60,00.

Mas a principal característica do Tesouro são os prazos longos de vencimento, o que faz com que o mesmo entregue grandes valorizações sempre que a curva das taxas de juros é descendente, ou seja, sempre que o Governo baixa a taxa SELIC.

O início deste processo de queda está próximo e vai ocorrer assim que a inflação for controlada e é por isso que vale a pena você entender bem como funcionam estes títulos, pois as rentabilidades podem chegar a 100% em 1 ou 2 anos.

Tudo vai depender da velocidade e do tamanho da queda dos juros.

Leia mais sobre o Tesouro Direto

Resumindo: Qual o melhor Investimento para 2016?

Este será um ano difícil mas de grandes oportunidades, as taxas de juros estão bastante altas e os investimentos de Renda Fixa estão pagando muito bem aos investidores. E existe uma oportunidade ainda presente de ganhar com a queda dos juros no Tesouro e Debêntures.

Se a economia estivesse estabilizada poderíamos apostar mais fortemente nos títulos Prefixados ou Pré + Inflação, mas acredito que devido ao cenário político devemos ser um pouco mais conservadores e ficar 50% dependendo do seu perfil de investidor, quem sabe mais.

Se o seu capital é maior que R$ 30.000,00 você vai poder investir nos ativos de Renda Fixa ( CDBs, LCIs, LCAs e LCs) que são os mais rentáveis, caso o seu capital seja menor do que isso você deve se concentrar em Fundos de Investimentos e Tesouro Direto.

Quanto aos prazos, sempre que você precisar do dinheiro em prazos que vão de 3 meses a 2 anos, prefira as LCIs e LCAs. Quando os prazos são de mais de 2 anos, optem por CDBs, LCs e Tesouro Direto (NTN-B e LTN).

Se você precisa que o dinheiro fique líquido para sacar a qualquer momento, escolha as LCs, CDBs ou Tesouro Direto (LFTs).

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Nosso trabalho é prestar assessoria aos investidores, ajudando-os a encontrar as melhores soluções de investimentos de acordo com o perfil de cada cliente. E a solução escolhida foi trabalhar com corretoras de valores.

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Muitos brasileiros já se utilizam das corretoras para investir o seu dinheiro e inclusive isto já é indicado pelos consultores mais famosos da mídia. Veja o vídeo abaixo do Jornal da Globo:

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Até o próximo artigo.

Juliano Custodio