Marfrig (MRFG3) contrata financiamento de US$ 30 milhões com contrapartidas ambientais

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Reprodução / Marfrig

A Marfrig (MRFG3) assinou nesta quarta-feira (24) a contratação de um financiamento de US$ 30 milhões com o fundo de investimento internacional &Green, com o apoio do IDH.

Para viabilizar o apoio financeiro, o &Green prevê uma série de compromissos por parte da Marfrig.

Entre eles, o desmatamento zero, conservação de florestas, recomposição ou compensação de vegetação nativa e intensificação do uso de
áreas de baixa produtividade.

O &Green exige o cumprimento de rigorosos critérios ESG (sigla em inglês para as exigências Ambientais, Sociais e de Governança).

“A obtenção desse financiamento mostra que a Marfrig é capaz de atender a esses rigorosos critérios de sustentabilidade”, diz a empresa, em comunicado ao mercado.

O IDH é uma empresa com viés social que trabalha com financiadores, governos, empresas e a sociedade civil para realizar o comércio sustentável em cadeias de valor no mundo. E o &Green é um fundo de investimento misto internacional, criado em julho de 2017, com estrutura evergreen, e que apoia projetos comerciais nas cadeias de valor da produção agrícola com o objetivo de proteger e restaurar florestas tropicais, e tornar a agricultura mais sustentável e inclusiva.

Eletromidia (ELMD3): Morgan Stanlay passa a deter 4,8% das ações

A Eletromidia (ELMD3) recebeu correspondência do Morgan Stanley comunicando que os fundos de investimento geridos pelo banco atingiram a quantidade de 6.450.726 ações ordinárias, correspondentes a 4,8% do total.

O Morgan Stanley, como é de praxe nesses comunicados, informa que a “referida participação se trata de investimento minoritário e não tem por objetivo alterar a administração, composição do controle ou funcionamento da companhia”.

MMX (MMXM3) pretende contestar decisão da ANM

A MMX Mineração e Metálicos (MMXM3) informou que tomou conhecimento hoje de decisão da Agência Nacional de Mineração (ANM), aprovando a averbação do Distrato do Contrato de Arrendamento de Concessão de Lavra, referente aos direitos minerários da Mina Emma, firmado em 28 de dezembro de 2018, entre a Sociedade Brasileira de Imóveis (SBI) e a anterior administração da MMX.

A MMX esclarece “que a averbação do Distrato reconhece o retorno dos direitos de exploração mineral da Mina Emma à SBI, que por sua vez havia cedido em 21 de dezembro de 2018 os direitos de exploração à Vetorial. A cessão dos direitos minerários sobre a Mina Emma da SBI à Vetorial, embora já requerida pela Vetorial, ainda não foi averbada pela ANM”.

A atual administração da MMX “contesta judicialmente a validade do Distrato sobre os direitos de exploração da Mina Emma, e pretende continuar atuando com o objetivo de reaver os direitos de exploração sobre a referida mina”.