Maia: se o governo tiver interesse, podemos votar o projeto da reforma tributária

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
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Crédito: Maryanna Oliveira/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que, se o governo tiver interesse, pode pautar até amanhã o projeto de lei que unifica o PIS/Pasep e a Cofins na Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS).

Segundo Maia, apesar da situação difícil em que vive o país, há uma narrativa de que a economia está sob controle.

“Me coloquei à disposição do governo, para mostrar que a reforma da Câmara ou do Senado não é a única pauta que eu voto. Ainda depende da construção de um texto, mas não sei se o governo tem interesse de votar a reforma”, afirmou.

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Trabalhos em janeiro

Maia voltou a defender a convocação do Congresso Nacional em janeiro para debater temas ligados às áreas econômica, social e da saúde.

Ele ressaltou, no entanto, que o governo não quer estimular esse debate em razão da sucessão na Câmara.

Neste fim de semana, Maia publicou em sua rede social elogio à decisão de ministros do Supremo Tribunal Federal de continuar trabalhando no período de recesso da Corte.

“Parabéns aos ministros do STF pela decisão. Continuo defendendo que o Congresso deveria trabalhar no mês de janeiro e organizar uma pauta com o governo. A pandemia e a situação econômica do país exige um esforço maior de todos nós”, disse.

*Com Agência Câmara

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