Magazine Luiza (MGLU3), Via Varejo (VVAR3) e Eletrobras (ELET6) se destacam na divulgação dos números do 3T20

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação

Magazine Luiza (MGLU3), Via Varejo (VVAR3) e Eletrobras (ELET5 ELET6) estão entre as dezenas de empresas que entregaram o balanço do terceiro trimestre de 2020 na semana que acabou neste sábado (14).

Elas se destacam pelo peso e volume de negociações na bolsa de valores nacional, porém, mais do que isso, pelo números apresentados.

Aqui, a EQI faz um apanhado do que de melhor rolou nos balanços desta semana, alguns com comentários dos analistas do BTG Pactual (BPAC11).

Tio Huli, EconoMirna, Natalia Dalat e outros tubarões do mercado de Investimentos.

Não perca!

Primeiro, uma análise das três empresas em destaque, para, na sequência, o investidor poder escolher, ver, por setor de atuação, outras empresas relevantes e seus números apresentados.

Magazine Luiza (MGLU3) tem queda de 12,4% no lucro

A Magazine Luiza (MGLU3) registrou um lucro líquido de R$ 206 milhões no terceiro trimestre de 2020, um desempenho 12,4% inferior ao reportado em igual período do ano passado.

Mas o lucro líquido ajustado atingiu R$ 215,9 milhões, um crescimento de 69,6% comparado ao terceiro trimestre de 2019.

O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 102,7 milhões, uma elevação de 160,1% das perdas financeiras.

As despesas somaram R$ 1,632 bilhão no terceiro trimestre de 2020, uma elevação de 76,7%.

Entretanto, as vendas totais cresceram 81% no trimestre, totalizando R$ 12,4 bilhões. E isso é o que agradou os analistas.

As vendas mesmas lojas subiram 7,2% no terceiro trimestre, ante alta 9,4% no mesmo trimestre de 2019.

Já o e-commerce disparou 148%, atingindo R$ 8,2 bilhões e 66% das vendas totais.

Enquanto isso, as vendas nas lojas físicas evoluíram 18% no total.

A Magazine Luiza cresceu mais que o triplo do mercado, e consolidou a liderança no e-commerce formal. No terceiro trimestre, o comércio online formal brasileiro cresceu 43,5%, conforme o E-bit, que mede a reputação das lojas virtuais.

  • Leia o balanço completo, divulgado na segunda-feira (9), clicando aqui
  • Via Varejo (VVAR3) reverte prejuízo em lucro

    A Via Varejo (VVAR3) registrou lucro líquido de R$ 590 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo prejuízo líquido de R$ 346 milhões no mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o resultado foi impactado pelo desempenho da operação com excelente performance do e-commerce, a maior alavancagem operacional por conta do crescimento de receita e a forte diluição das despesas.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 107 milhões, uma redução de 55,4%.

    As despesas somaram R$ 1,744 bilhão, um aumento de 13,4% na comparação ano a ano.

    As vendas brutas de mercadorias (GMV, na sigla em inglês) totalizaram R$ 10,046 bilhões no trimestre, avanço de 43,4% na comparação anual.

    O BTG observou no balanço um sólido conjunto de resultados no terceiro trimestre, com forte desempenho do online.

    Apesar do efeito negativo do fechamento de lojas durante a pandemia, os resultados da Via Varejo foram positivos, com alavancagem operacional dos principais destaques positivos.

    A Eleven foi na mesma linha, dizendo que os números foram consistentes e a transformação feita na empresa nos últimos 12 meses mostra a agilidade com que os ajustes na estratégia foram realizados.

    “A Via Varejo de hoje é muito mais dinâmica e competitiva que a do ano passado”, afirmam os analistas.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quarta-feira (11), clicando aqui
  • Eletrobras (ELET6) registra queda de 87% no lucro

    A Eletrobras (ELET3 ELET6) reportou um lucro líquido de R$ 96 milhões no terceiro trimestre de 2020.

    No mesmo período do ano anterior, a companhia havia registrado um lucro de R$ 716 milhões. A queda, portanto, é de 87%.

    Segundo a Eletrobras, o resultado foi impactado, “principalmente, pelo ajuste a fair value e pela variação cambial nos nove meses de 2020, nos montantes negativos de R$ 1,730 bilhão e R$ 1,020 bilhão respectivamente”.

    A receita operacional líquida atingiu R$ 7,43 bilhões, crescimento de 2% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quinta-feira (12), clicando aqui
  • Administração de Shoppings

    BrMalls (BRML3) tem queda de 97% no lucro

    A administradora de shoppings BrMalls (BRML3) lucrou R$ 7,810 milhões no terceiro trimestre, um desempenho 97% inferior ao reportado no mesmo intervalo do ano passado.

    Em termos ajustados, o lucro atingiu R$ 37,500 milhões, retração de 79,9%.

    Conforme a BrMalls, o lucro líquido ajustado foi impactado pelo aumento de R$ 27,8 milhões em PDD (provisões) e perdão de dívida.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quinta-feira (12), clicando aqui
  • Aliansce Sonae (ALSO3) reverte prejuízo em lucro

    A Aliansce Sonae (ALSO3) registrou lucro líquido de R$ 24,1 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo o prejuízo de R$ 104,2 milhões do mesmo período do ano passado.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 24,4 milhões, uma queda de 46,1% na comparação anual.

    O NOI (Ebitda para investimentos imobiliários) atingiu R$ 129,9 milhões no terceiro trimestre, queda de 34,3% na comparação anual.

    Já margem NOI ficou em 80,1%, baixa de 10,1 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2019.

    A dívida líquida encerrou o terceiro trimestre em R$ 733 milhões.

    A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida / Ebtida ajustado, ficou em 1,3 vez no final do trimestre. No trimestre anterior, a alavancagem financeira era de 1,1 vez.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quinta-feira (12), clicando aqui
  • Educação

    Cogna (COGN3) reverte lucro em prejuízo

    A Cogna (COGN3) divulgou seu balanço na sexta-feira (13) e registrou prejuízo líquido de R$ 1,292 bilhão no terceiro trimestre de 2020, revertendo lucro de R$ 20 milhões no mesmo período do ano passado. O prejuízo líquido ajustado foi de R$ 162,884 milhões, contra lucro de R$ 134.959 milhões na mesma base de comparação.

    O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) foi negativo em R$ 610,048 milhões, contra um Ebitda positivo de R$ 511,548 milhões no terceiro trimestre de 2019. O Ebitda recorrente registrou queda de 50,5%, somando R$ 229,268 milhões.

    A margem Ebitda passou de 33,7% para margem negativa de 48,6%.

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  • Ser Educacional (SEER3) também reverte lucro em prejuízo

    A Ser Educacional (SEER3) registrou prejuízo líquido de R$ 27,9 milhão no terceiro trimestre de 2020, revertendo o lucro líquido de R$ 23,8 milhões do mesmo período do ano passado.

    Já o prejuízo líquido ajustado somou R$ 1,301 bilhão no trimestre, revertendo lucro ajustado de R$ 36,1 milhões.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 32,7 milhões, uma elevação de 50,7% sobre as perdas financeiras.

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  • Energia

    Cosan (CSAN3) tem queda de 63% no lucro líquido

    A Cosan (CSAN3) registrou um lucro líquido de R$ 303,8 milhões no terceiro trimestre de 2020.

    Os número refletem uma queda de 62,9% sobre o mesmo período do ano anterior, com lucro de R$ 818,9 ,milhões.

    “O resultado inferior no período reflete, principalmente, o efeito negativo da marcação a mercado das ações da Rumo e menor rendimento de aplicações financeiras, bem como redução no lucro líquido da Raízen Energia e Compass”, destacou a Companhia.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 417,4 milhões, ante um resultado negativo em R$ 130,7 milhões no terceiro trimestre de 2019.

    A geração de caixa proforma (FCFE) totalizou R$ 1,5 bilhão, refletindo a maior amortização de dívidas na Raízen e participação da Cosan no follow on realizado pela Rumo, informou a Cosan.

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  • CPFL (CPFE3) diminui dívida em 21%

    A CPFL (CPFE3) registrou lucro líquido de R$ 1,35 bilhão no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 80,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o resultado foi influenciado pelo o aumento do Ebitda, decorrente principalmente da melhora no desempenho dos segmentos de Distribuição de Geração Renovável, e a redução do Imposto de Renda e Contribuição Social.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 192 milhões, uma elevação de 45,1% sobre as perdas financeiras.

    A dívida líquida da CPFL encerrou o terceiro trimestre em R$ 13,303 bilhões, queda de 21%.

    A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida / Ebtida ajustado, ficou em 1,93 vez no final do trimestre. Um ano antes a alavancagem financeira era de 2,68 vezes.

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  • Comgas (CGAS5) tem queda no lucro

    A Comgas (CGAS3 e CGAS5), divulgou balanço na quinta-feira (12). O lucro líquido reportado é de R$ 292,140 milhões, uma queda de 21,7% em relação aos R$ 650,023 milhões aferidos no mesmo período de 2019.

    Entretanto, na comparação do acumulado dos nove primeiros meses deste ano e do ano passado, a queda é de apenas 1,5%.

    Em 2019, o acumulado era de R$ 1,727 bilhão. Em 2020, R$ 1,702 bilhão.

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  • Cemig (CMIG4) reverteu prejuízo em lucro

    A Cemig (CMIG4) registrou lucro líquido de R$ 545,4 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo prejuízo de quase R$ 282 milhões no mesmo período do ano passado.

    No acumulado do ano, o lucro líquido atingiu R$ 1,53 bilhão, contra R$ 2,63 bilhões de igual período de 2019.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 496,6 milhões, uma elevação de 112,4%.

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  • Eneva (ENEV3) registra queda de 38,1% no lucro

    O lucro líquido da Eneva (ENEV3) totalizou R$ 55,6 milhões no terceiro trimestre de 2020. Os números representam uma queda de 38,1% na base anual.

    De acordo com a Companhia, a queda no trimestre é explicada principalmente pela redução do Ebitda no período.

    No acumulado de 2020, a Eneva registra um lucro líquido de R$ 321,1 milhões, alta de 36,4% no ano.

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  • Financeiro

    B3 (B3SA3) lucro recorrente salta 34,3%

    A empresa mais simbólica entre as financeiras, a B3 (B3SA3), que administra a bolsa de valores brasileira, registrou um lucro líquido recorrente de R$ 1,143 bilhão, um desempenho 34,3% superior ao do mesmo período do ano passado.

    Já o lucro líquido atribuído aos acionistas somou R$ 1,136 bilhão, alta de 58%.

    Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o lucro recorrente subiu 13% e o atribuído aos acionistas 27,4%.

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  • Banco Inter (BIDI11) registra prejuízo

    O Banco Inter (BIDI11) reportou prejuízo, que somou R$ 8,11 milhões, revertendo um lucro líquido de R$ 2,7 milhões no terceiro trimestre de 2019.

    De acordo com o banco, o resultado foi impactado pelo crescimento nas despesas de marketing e cashback, assim como pelo efeito não recorrente da restrição de distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) imposta pelo Banco Central.

    As despesas com provisão de crédito atingiram R$ 57,6 milhões.

    Já despesas da intermediação financeira somaram R$ 217 milhões no trimestre.

    Apesar do prejuízo, os resultados apresentados agradaram o BTG Pactual.

    Segundo a análise, é possível ver tendências fortes de melhoria em vários indicadores.

    “O Inter tem investido fortemente em sua plataforma, por isso o ROE ainda está próximo de zero, mas desta vez acreditamos que podemos estar vendo um ponto de inflexão em termos de receitas, que consequentemente devem começar a aparecer em algum momento”, pontuam os analistas Eduardo Rosman e Thomas Paredo.

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  • Incorporação

    Cyrela (CYRE3) lucra 12,4 vezes mais

    A Cyrela (CYRE3) registrou lucro líquido de R$ 1,403 bilhão no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 1.244% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o resultado foi impulsionado pelo forte resultado operacional e ganhos não recorrentes.

    Nessa linha, um importante destaque do trimestre foi o sucesso das ofertas públicas iniciais (IPO) de distribuição primária e secundária de ações de emissão das Joint Ventures firmadas pela companhia ao longo dos últimos anos: Lavvi (LAVV3), Plano & Plano (PLPL3) e Cury (CURY3).

    O resultado financeiro foi positivo em R$ 24 milhões, uma elevação de 191,%.

    O retorno sobe o patrimônio líquido (ROE) atingiu 29%.

    Enquanto a geração de caixa somou R$ 745 milhões no terceiro trimestre deste ano.

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  • Even (EVEN3) tem alta de 147,2% no lucro

    A Even (EVEN3) registrou lucro líquido de R$ 40,7 milhões no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 147,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 7,3 milhões, contra perdas financeiras de R$ 6,1 milhões do mesmo período de 2019.

    A geração de caixa operacional do 3º trimestre, foi de R$ 111,9 milhões.

    A receita líquida atingiu R$ 435 milhões no período, um aumento de 21,4% em relação ao mesmo período de 2019.

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  • EzTec (EZTC3) tem alta de 96%

    A EzTec (EZTC3) registrou lucro líquido de R$ 119,8 milhões no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 96% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o trimestre apresentou uma escalada relevante de receita líquida, empurrada pelo galope nas vendas de estoque pronto, bem como no salto da receita financeira.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 33,9 milhões, uma elevação de 49% das perdas financeiras.

    A receita líquida atingiu R$ 297,7 milhões no período, um aumento de 44,5% em relação ao mesmo período de 2019.

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  • MRV (MRVE3) registra queda de 1,6% no lucro

    A MRV (MRVE3) registrou lucro líquido de R$ 158 milhões no terceiro trimestre de 2020. O resultado representa queda de 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

    O resultado financeiro foi positivo em R$ 17 milhões, uma redução de 54,8% na comparação ano a ano.

    Conforme a MRV, esse resultado se deve a uma redução significativa do rendimento efetivo das aplicações, em função da redução da taxa de juros e da queda na marcação a mercado dos títulos públicos, o que impactou a rentabilidade dos fundos.

    A MRV terminou setembro com estoque avaliado em R$ 8,117 bilhões, queda de 4,6% na comparação com mesmo período de 2019.

    Os resultados não empolgaram o BTG Pactual (BPAC11).

    Na avaliação do banco, os números divulgados foram, em maior parte, “monótonos”. Com uma receita sólida, impulsionada por boas vendas líquidas, as margens permaneceram fracas, em linha com as estimativas do BTG.

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  • Indústria de alimentos

    BRF (BRFS3) tem queda de 50,9% no lucro

    A BRF (BRFS3) reportou um lucro líquido de R$ 219 milhões no terceiro trimestre de 2020. O valor é 50,9% menor do que o mesmo período do ano passado.

    O Ebitda ajustado da empresa foi de R$ 1,317 bilhão. Ou seja, aumento de 15,3% no comparativo com o mesmo trimestre de 2019.

    Já margem Ebitda ajustada ficou em 13,2%, 0,3 p.p. menor do que o terceiro trimestre do ano passado.

    Em relatório, o BTG considerou que as margens nas operações internacionais foram mais fracas, mas foram compensadas pelo ambiente favorável no Brasil.

    A receita líquida de R$ 9,9 bilhões (18% acima do 3TRI2019) foi 3% acima do esperado pelos analistas.

    Foi ressaltado ainda a queda da margem bruta de 23,6% no comparativo entre os anos. Mas que foram compensadas com o bom controle de despesas, garantindo que a margem Ebitda caísse.

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  • JBS (JBSS3): lucro cresce quase 9 vezes

    A JBS (JBSS3) reportou um lucro de R$ 3,13 bilhões referente aos resultados do terceiro trimestre de 2020.

    Os números representam um avanço de 8,79 vezes sobre os lucros de R$ 356,7 milhões de um ano antes.

    Segundo dados da Refinitiv, a expectativa do mercado era que a JBS apurasse lucro líquido de 2,87 bilhões de reais.

    No trimestre anterior, a Companhia havia registrado um lucro de R$ 3,37 bilhões.

    Em relatório, o BTG escreveu que a JBS entregou mais um trimestre forte.

    O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado atingiu R$ 8 bilhões no terceiro trimestre deste ano, uma elevação de 35% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

    De acordo com o BTG, a Seara superou em todas as frentes. A receita cresceu à frente da indústria para R$ 7 bilhões, 30% abaixo da BRF (BRFS3) no trimestre, com Ebtida de R $ 1,1 bilhão e margem de 15,7%.

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  • Marfrig (MRFG3): lucro sobe 6,7 vezes

    A Marfrig (MRFG3) reportou nesta quarta-feira (11) um lucro líquido de R$ 674 milhões referente aos resultados do terceiro trimestre de 2020.

    Os números representam um avanço de 6,74 vezes sobre os lucros de R$ 100 milhões no mesmo período de 2019.

    O resultado financeiro foi negativo em R$ 613 milhões, recuando 21% em comparação ao trimestre anterior.

    A receita líquida somou R$ 16,83 bilhões no terceiro trimestre, uma elevação de 32,1% sobre um ano antes, com R$ 12,74 bilhões.

    A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida / Ebitda ajustado, ficou em 1,68 vezes (em dólares) no final de setembro. Quando mensurado em Reais esse índice ficou em 1,88x, menor nível histórico da companhia.

    De acordo com o BTG, o desempenho foi puxado pelos ganhos de eficiência na América do Sul, que diminuíram significativamente a lacuna de rentabilidade para pares locais, margem maciça de carne bovina em ambos os mercados, e real depreciação.

    No entanto, o banco questiona até que ponto esses ganhos são sustentáveis considerando a reversão do ciclo da pecuária no Brasil (já em andamento) e as margens se aproximando do Ebitda médio histórico de 5,5% em um futuro previsível com a retenção de vacas reprodutoras nos EUA.

    Na visão do banco, a dinâmica dos lucros desvanece-se gradualmente e impulsiona múltiplos mais exigentes.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quarta-feira (11), clicando aqui
  • Petroquímica

    Braskem (BRKM5) registra alta de 59% no prejuízo

    A Braskem (BRKM5) registrou prejuízo líquido atribuído aos acionistas de R$ 1,413 bilhão no terceiro trimestre de 2020, alta de 59% na comparação com o terceiro trimestre de 2019.

    Considerando a Ideasa, o prejuízo líquido foi de R$ 1,337 bilhão no terceiro trimestre de 2020. Isso representa um aumento de 36% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o resultado foi impactado principalmente pela provisão adicional referente ao evento geológico de Alagoas no montante de R$ 3,562 bilhões e do impacto da variação cambial no resultado financeiro dada a depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida no montante de US$ 2,679 bilhões.

  • Leia o balanço completo, divulgado na terça-feira (10), clicando aqui
  • Saneamento

    Sabesp (SBSP3) tem queda de 65,1% no lucro

    A Sabesp (SBSP3) registrou lucro líquido de R$ 421,6 milhões no terceiro trimestre de 2020, retração de 65,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o desempenho foi afetado pela instabilidade econômica, agravada pela pandemia, que provocou a redução de R$ 275 milhões nas receitas com clientes comerciais e industriais, bem como a postergação do reajuste tarifário.

    Além disso, em 2019 a Sabesp receita não recorrente de R$ 1,26 bilhão pela formalização do acordo com o município de Santo André.

    A receita líquida atingiu R$ 4,438 bilhões no período, queda de 18% em relação ao mesmo período de 2019.

    O lucro bruto da Sabesp caiu 50,7% no terceiro trimestre de 2020, atingindo R$ 1,495 bilhão.

  • Leia o balanço completo, divulgado na sexta-feira (13), clicando aqui
  • Seguro e Saúde

    Hapvida (HAPV3) tem alta de 16,7% no lucro

    A Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido de R$ 247,8 milhões no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 16,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Conforme a companhia, o resultado é fruto principalmente da redução da sinistralidade e menores custos e despesas relacionados ao ressarcimento ao SUS.

    A margem líquida foi de 11,7%, baixa de 4,5 pontos percentuais.

    O número de beneficiários de saúde e odonto atingiu 6,4 milhões no trimestre, alta de 56,9% na comparação anual.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quinta-feira (12), clicando aqui
  • SulAmérica (SULA11): lucro cresce 6 vezes

    A SulAmérica (SULA11) registrou lucro líquido de R$ 1,727 bilhão no terceiro trimestre de 2020, um aumento de 603,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

    De acordo com a empresa, o resultado foi influenciado principalmente pela venda das operações auto e massificados para a Allianz.

    O lucro líquido das operações continuadas somou R$ 286 milhões no trimestre, alta de 40,1% na comparação ano a ano.

    O resultado financeiro foi positivo em R$ 14,5 milhões, uma redução de 86,5% na comparação anual.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quinta-feira (12), clicando aqui
  • Telefonia

    Oi (OIBR3 OIBR4) diminui prejuízo em 54%

    A Oi (OIBR3) reportou prejuízo de R$ 2,63 bilhões nos resultados referentes ao terceiro trimestre de 2020.

    Isso representa uma queda de 54% na comparação com o mesmo período de 2019, com prejuízo de R$ 5,74 bilhões.

    No acumulado de 2020, a companhia registra prejuízo de R$ 12,32 bilhões.

    O BTG manteve a postura positiva em relação à Oi.

    As receitas caíram 6,2% a/a, atingindo R$ 4,6 bilhões, com receitas residenciais (35% das rotações totais) sofrendo mais.

    “É importante notar que o grande aumento nas receitas de fibra levaram as receitas residenciais a crescer entre os trimestres. Isso significa que a rede de fibra ótica teve crescimento da receita no 3T20 maior que a queda na receita total da Oi”, diz a análise do BTG.

    As receitas de fibra ótica já correspondem a 24% das receitas residenciais – era de 4% há um ano.

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  • Varejo

    Carrefour (CRFB3) tem alta de 73,1% no lucro

    A Carrefour (CRFB3) registrou um lucro líquido ajustado somou R$ 757 milhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 73,1% na comparação anual.

    O lucro líquido foi de R$ 687 milhões no terceiro trimestre de 2020, um desempenho 59,8% superior em relação com o mesmo período do ano passado.

    O GMV total cresceu 86,1% incluindo serviço de entrega rápida, com crescimento de 202,4% no e-commerce alimentar e 69,1% no não alimentar.

    Em relatório, a Eleven disse que o lucro líquido ajustado foi acima do esperado e a margem líquida atingiu patamar recorde de 4,3% no terceiro trimestre de 2020, alta de 1,1 ponto percentual.

    O resultado é fruto principalmente do forte desempenho de vendas da divisão cash and carry (Atacadão) e varejo (Carrefour) no período.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quarta-feira (11), clicando aqui
  • Centauro (CNTO3) reverte lucro em prejuízo

    O Grupo SBF, dona da Centauro (CNTO3), registrou prejuízo líquido de R$ 33,2 milhões no terceiro trimestre de 2020, revertendo lucro líquido de R$ 38,4 milhões no mesmo período do ano passado.

    As vendas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês) subiram 3,7% no trimestre, queda 4 pontos percentuais na comparação com mesmo período de 2019.

    Já a plataforma digital cresceu 104,% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

    O resultado financeiro foi uma despesa de R$ 31,1 milhões, uma elevação de 124,2% das perdas financeiras.

    “Houve um aumento de despesas financeiras no trimestre devido aos esforços realizados para reforço de caixa no início da pandemia, em meio a um mercado financeiro disfuncional com custos mais elevados que o normal”, explicou a Centauro.

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  • Natura (NTCO3) lucra R$ 377 mi

    A Natura (NTCO3) reportou lucro líquido consolidado R$ 377,7 milhões no terceiro trimestre deste ano, praticamente estável na comparação anual.

    Há um ano o lucro no mesmo período ficou em R$ 376,8 milhões.

    No critério atribuído aos acionistas controladores o lucro subiu 1,3%, a R$ 381,7 milhões.

    O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) reportado somou R$ 1,457 bilhão, alta de 32,8%, com margem de 14% (+1.p.p.).

    A Natura &Co alcançou receita líquida consolidada de R$ 10,4 bilhões, alta de 31,7%.

  • Leia o balanço completo, divulgado na quinta-feira (12), clicando aqui
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