Leilões de energia A-1 e A-2 têm Petrobras, Eneva e Statkraft entre vendedores

Weslley Almerindo
Colaborador do Torcedores
1

Crédito: Reprodução / Colin Behrens / Pixabay

Nesta sexta-feira (6), o governo promoveu leilões para viabilizar a contratação de energia para atender à demanda de empresas de distribuição nos próximos anos. Dessa forma, a estatal Petrobras (PETR4) e as elétricas Eneva (ENEV3) e Statkraft (STKF3), entre outras, conquistaram contratos, nos leilões.

Nessa perspectiva, o leilão A-1, para entrega de energia em 2020 e 2021, contratou 29 megawatts médios em eletricidade a preço médio de R$ 158,37 por megawatt-hora.

Enquanto isso, o A-2, para 2021 e 2022, fechou a venda de 279 megawatts médios, a valor médio de R$ 171,52 por MWh, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Em soma, no leilão A-1, apenas a comercializadora de energia Stima negociou. Desse modo, no leilão A-2, houve nove empresas vendedoras.

Assim sendo, essas 9 empresas incluem a Stima, as elétricas Eneva, Statkraft e Eletronorte, da Eletrobras (ELET3), além das comercializadoras Argon, Bio Energias, Brasil e Tradener.

Negociações

A Petrobras negociou energia de sua termelétrica Ibiritê, com 71 megawatts médios vendidos a R$ 184,26 por megawatt-hora.

Já a Eneva vendeu a produção das térmicas Maranhão IV, Maranhão V e MC 2 Nova Venécia, em total de 22 megawatts médios, a R$ 184,26 por megawatt-hora.

Quanto a Statkraft comercializou 20 megawatts médios, a R$ 164,64 por megawatt-hora, enquanto a Eletronorte vendeu 6 megawatts médios a R$ 167,31.

Por fim, no total, os contratos fechados no certame movimentarão R$ 918,9 milhões, segundo a CCEE. Ademais, os preços finais representam deságio médio frente aos valores iniciais dos pregões de 16,65% para o A-1 e de 9,7% para o A-2, acrescentou a CCE.