Leilão do 5G não é para tratar de cibersegurança, diz presidente da Anatel

Jéssica De Paula Alves
Jornalista e produtora de conteúdo

Crédito: Divulgação/Anatel

Em entrevista ao site Terra, Leonardo de Morais, presidente da Agência Estadual de Telecomunicações (Anatel), reiterou que os leilões 5G não se destinam a tratar da segurança cibernética. Ele observou que, se o assunto fosse discutido mais adiante em um “contexto macro”, seria pelo Gabinete de Segurança da Agência (GSI). Este relacionado à presidência do país seria o orador do tópico.

Ele disse que as duas questões não devem ser misturadas  pela Anatel. Pois  uma é sobre tecnologia e a outra é sobre direitos de desenvolvimento.

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“Essa discussão não deve permear este anúncio porque não é um fim nem um fim. Agora, se discutirmos mais adiante, podemos considerar políticas de segurança cibernética em uma escala mais ampla”, disse.
Para ele, quem tem o direito de falar sobre isso é o Escritório de Segurança Institucional. No relatório, o presidente da Anatel continua:
“Agora não é mais uma mistura de tópicos relacionados à tecnologia com aqueles relacionados ao direito de usar frequências de rádio”.