Kalunga define bancos para oferta de até R$ 2 bilhões

Felipe Moreira
Felipe Moreira é Graduado em Administração de empresas e pós-graduado em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 6 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Divulgação/ Kalunga

A rede de lojas de material de escritório Kalunga contratou nesta segunda-feira (27) os coordenadores de sua estreia em bolsa, conforme reportagem do Valor.

Os coordenadores da oferta serão o BTG Pactual, XP Investimentos, Bradesco BBI e Banco do Brasil.

A Kalunga vai tentar captar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões na oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que está preparando para outubro, de acordo com fontes ouvidas pelo O Globo.

Cabe frisar que o montante ainda não é definitivo.

A Kalunga sofreu com o fechamento de suas mais de 200 lojas durante a pandemia.

Mas a companhia pode se beneficiar da tendência do home office e pelo fato de já ter uma plataforma de comércio eletrônico funcionando antes da pandemia.

Sobre a Kalunga

A Kalunga é a maior empresa brasileira na distribuição de suprimentos para escritório, informática e material escolar.

A companhia foi fundada em 1972, por iniciativa de Damião Garcia, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo.

De acordo com a empresa, são mais de 11 mil itens de diversas categorias como Escolar, Escritório, Organização, Informática, Escrita, Coffee Break, Móveis, entre outras disponíveis através dos canais Lojas Físicas, Kalunga.com e Televendas.

Lucratividade

A Kalunga registrou um lucro líquido de R$ 73,1 milhões em 2018, contra R$ 56,2 milhões em 2017.

Já a receita líquida somou R$ 1,852 bilhão em 2018, ante R$ 1,587 bilhão em 2017.

O lucro bruto totalizou R$ 688,1 milhões em 2018 e R$ 573,7 milhões em 2017.