Jurista entra com pedido de impeachment de Gilmar Mendes

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar MendesFoto: Marcos Oliveira /Agência Senado

Filipe Teixeira
Filipe Teixeira é redator do Portal EuQueroInvestir. Gremista, filho dos anos 80, apaixonado por filmes, música, política e economia.É também Coordenador da área de Marketing do EuQueroInvestir.com e do EuQueroInvestir A.A.I assessores de investimentos.Me envie um e-mail: filipe.teixeira@euqueroinvestir.com Ou então uma mensagem por WhatsApp: (51) 98128-5585 Instagram: filipe_st

Crédito: Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar MendesFoto: Marcos Oliveira /Agência Senado

Foi confirmado pelo jurista Modesto Carvalhosa, em suas redes sociais, a entrada de um pedido de impeachment contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, conhecido na corte por suas falas e decisões polêmicas.

O documento possui cerca de cem páginas, com fortes críticas ao modo como Gilmar Mendes atua no Supremo, conforme apontado pelo jurista em suas pagina no Facebook.

“Não é o que verificamos nas condutas recentes do ministro em questão. Nesse caso da ligação telefônica do ministro Gilmar Ferreira Mendes para o ex-Governador do Estado de Mato Grosso, Silval Barbora (criminoso confesso), que estava sob investigação no STF; na participação em julgamento referente ao processo que é suspeito, porque configura como crime de responsabilidade, basta saber que o presidente Michel Temer indicou o primo do ministro Gilmar Ferreira Mendes, Franciscal Dias Mendes, para o cargo de diretor da Agência Nacional de Transporte Aquaviário! Ou que a intimidade é tamanha, que o presidente Michel Temer, em 12.12.2017, nomeou conselheira da binacional Hidrelétrica de Itaipu a advogada Samanthe Ribeiro Meyer, ex-mulher do ministro Gilmar Mendes.. Resumindo, ele não pode continuar como ministro do Supremo Tribunal Federal’, afirma a publicação do jurista.

Os deveres dos ministros do Supremo Tribunal Federal são “cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais”, e “manter conduta irrepreensível na vida pública e particular”, afirma Carvalhosa. Além disso, o Código de Ética da Magistratura deve ser independente, imparcial, cortês, prudente, diligente, exigindo integridade pessoal e profissional, dignidade, honra e decoro.

Destacando também que em setembro de 2017, Carvalhosa chegou a anunciar sua candidatura à presidência de “forma independente”, com críticas contundentes à situação politica atual.

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