Jornais | Trabalho híbrido vira tendência e receitas de municípios sobem

Osni Alves
Jornalista desde 2007. Passou por redações e empresas de comunicação em SC, RJ e MG. E-mail: oalvesj@gmail.com.

O trabalho híbrido virou tendência nas companhias, e as receitas dos municípios subiram, informa o Valor Econômico nesta quinta-feira (25).

De acordo com o jornalão de economia, em relação ao trabalho híbrido, o modelo tornou-se tendência preponderante para o retorno aos escritórios.

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Levantamento com representantes de RHs de 18 grandes companhias, mostrou que 12 delas implementaram o sistema e apenas duas vão seguir em home office.

Também destaca que as receitas de municípios têm elevação, e foram favorecidos por uma recuperação econômica, inflação e repasses estaduais maiores que o esperado. Trata-se de uma alta de 6,1% no primeiro semestre em relação a igual período de 2020.

Outra manchete do periódico elenca que a Petrobras investirá US$ 68 bilhões em cinco anos. Trata-se do Plano Estratégico 2022-26.

O Globo, por sua vez, informa que o reajuste de mensalidade escolar será o maior em 5 anos, com elevação de 10%, em média.

Em relação ao exterior, o periódico carioca informa que a Alemanha fechou um pacto tripartite para governo. O sucessor de Merkel será o ministro das Finanças, Olaf Scholz.

Já o Estadão destaca que São Paulo decide revogar a exigência de máscara ao ar livre, e o uso deixará de ser obrigatório a partir de 11 de dezembro, mas continuará valendo para estações e centrais de transporte público, além de ambientes fechados.

A Folha de S. Paulo elenca que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), sinalizou que pode marcar para a próxima semana a sabatina de André Mendonça, ex-ministro da Justiça e ex-Advogado-Geral da União.

Internacional

Conforme destacado pelo euqueroinvestir.com mais cedo, o investidor está de olho em três fatores distintos nesta quinta: a escalada da inflação e o que o governo pretende fazer para controlá-la, bem como os últimos dados econômicos divulgados esta semana e a nova onda de Covid-19 na Europa.

No primeiro caso, pode-se dizer que os bancos centrais estão prontos para aumentar a taxa básica de juros se a inflação continuar alta.

No segundo caso, a Itália deverá implementar medidas mais duras para conter a pandemia, a exemplo da Alemanha e Suíça que já anunciaram algum tipo de lockdown nas semanas anteriores.

No terceiro caso, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego na semana anterior chegaram a 199 mil, o nível mais baixo em mais de 50 anos, e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre foi revisado ligeiramente para 2,1%. A renda pessoal e os gastos do consumidor aumentaram mais do que o esperado em outubro.