JHSF (JHSF3) e CCP (CCPR3) informam retomada de shoppings em SP

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: Divulgação

A JHSF (JHSF3) informou nesta segunda-feira (19) que todos os shoppings da companhia em São Paulo voltaram a funcionar em 18 de abril.

A retomada foi possível após o afrouxamento do Plano São Paulo, que autorizou o funcionamento dos shoppings no Estado. Mas ainda há restrições de horários e de capacidade.

Assim, segundo a JHSF, estão em operação o Shopping Cidade Jardim, o Catarina Fashion Outlet, o Shops Jardins, o Market, o Shopping Bela Vista e o Shopping Ponta Negra.

Em comunicado enviado nesta segunda, a JHSF ressalta que o serviço de pick-up está mantido nesses shoppings, além da operação do e-commerce CJ Fashion.

O funcionamento de stands de venda de projetos de incorporação também foi retomado no domingo e as atividades de gastronomia voltarão a funcionar em 24 de abril.

CCP (CCPR3) informa sobre reabertura de shoppings*

A Cyrela Commercial Properties (CCP) informou que os shoppings do estado de São Paulo (Shopping Cidade São Paulo, Shopping D, Tietê Plaza Shopping e Grand Plaza Shopping) retomaram suas atividades, em horário reduzido no último domingo, dia 18 de abril.

O Shopping Metropolitano Barra, localizado na cidade do Rio de Janeiro, e o Shopping Cerrado, localizado na cidade de Goiânia, permanecem funcionando em horário reduzido desde as reaberturas, ocorridas em 9 de abril e 31 de março, respectivamente.

O Shopping Estação BH, localizado na cidade de Belo Horizonte, segue temporariamente fechado por determinação das autoridades públicas, com liberação apenas para as atividades enquadradas como essenciais.

Westwing sofre ataque cibernético

A Westwing informou que, em 17 de abril, identificou um ataque cibernético criminoso do qual foi vítima em seu ambiente de tecnologia da informação e prontamente acionou seus protocolos de controle e segurança para bloquear o ataque e minimizar eventuais impactos.

“A Companhia está apurando a extensão dos efeitos do ataque cibernético em seus sistemas e bases de dados, de modo que até o presente momento, é possível afirmar que se trata de um ataque ransomware que tornou alguns de seus sistemas e arquivos indisponíveis, bem como que o agente criminoso teve acesso não autorizado a arquivos e a um dos servidores da Companhia”, diz a empresa em comunicado.

Este servidor e arquivos não incluem informações financeiras de seus clientes, como dados de cartão de crédito e senhas de acesso ao site da Companhia.

A Westwing diz que faz uso de tecnologias e  padrões  rígidos  de  segurança,  e  continuará  aprimorando  sua  infraestrutura  para  incorporar  cada  vez  mais  protocolos de proteção de dados e sistemas.

CCR (CCRO3) tem aumento de 53% no tráfego

A CCR (CCRO3) comunicou que a AutoBan registrou aumento de 53,1% no tráfego de veículos equivalente no comparativo entre 9 a 15 de abril de 2021 com 9 a 15 de abril de 2020.

No acumulado de 2021, o aumento foi de 2,6%.

Se comparado com os mesmos períodos de 2019, quando não havia restrições por conta da Covid-19, houve queda de 4,5% na última semana de abril. E, no acumulado do ano, houve queda de 4,2%.

Minerva (BBEF3) conclui emissão de debêntures

A Minerva (BBEF3) informou que no dia 16 de abril concluiu com sucesso a oferta da 10ª emissão de Debêntures simples, no montante de R$ 1,6 bilhão, sendo a 1ª série de R$ 1,2 bilhão com vencimento em 7 anos, com remuneração de 5,5034% a.a., atualizado pelo IPCA, e a 2ª  série de R$ 400 milhões com vencimento em 10 anos, com remuneração de 5,5780%  a.a., atualizado pelo IPCA.

A Companhia optou por fazer o swap do indexador, assim o custo final do instrumento será de aproximadamente 128% CDI para ambas as séries.

Os recursos da operação serão utilizados para reforçara estrutura de capital da Companhia, com foco na redução de dívidas em moeda estrangeira que apresentarem custo mais elevado.

“Com esse movimento esperamos uma redução adicional no custo de endividamento desta parcela em aproximadamente 250bps por ano. Essa é mais uma iniciativa da Companhia em busca do aperfeiçoamento de sua estrutura de capital”.

*Post atualizado às 16h05 para correção no trecho sobre CCP