JBS (JBSS3) inicia operação de blockchain; Log-In (LOGN3) aprova debêntures

Felipe Alves
Jornalista com experiência em reportagem e edição em política, economia, geral e cultura, com passagens pelos principais veículos impressos e online de Santa Catarina: Diário Catarinense, jornal Notícias do Dia (Grupo ND) e Grupo RBS (NSC).
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Crédito: JBS/Divulgação

A JBS (JBSS3) iniciou nesta segunda-feira (27) a operação de plataforma blockchain para integrar monitoramento ambiental.

Segundo a JBS, a novidade começou em abril e é “uma etapa fundamental da implantação do projeto que permitirá avanços inéditos no monitoramento da cadeia produtiva de bovinos no Bioma Amazônia”.

Assim, neste mês, iniciou-se o cadastro de produtores na Plataforma Pecuária Transparente, ferramenta que, com tecnologia blockchain, que tornará possível estender aos fornecedores dos fornecedores de gado para a indústria o monitoramento socioambiental com segurança de dados, confiabilidade e engajamento dos produtores.

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Ao aderir voluntariamente à plataforma, o produtor que negocia animais diretamente com a JBS vai informar a lista de seus fornecedores de animais na plataforma, desenvolvida pela empresa especializada Ecotrace.

Essas informações serão enviadas eletronicamente para validação da Agri Trace Rastreabilidade Animal, sistema da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Uma vez autorizada pelo produtor, a CNA verifica se a lista de fornecedores está completa.

Empresas credenciadas na plataforma, como a Agrotools, processarão a análise de conformidade socioambiental com base nos mesmos critérios utilizados atualmente pela JBS, em acordo firmado com o Ministério Público Federal (MPF), para verificar a existência de: desmatamento, respeitando o Código Florestal Brasileiro, invasão de terras indígenas ou unidades de conservação ambiental, trabalho análogo à escravidão e uso de áreas embargadas pelo Ibama.

O resultado dessas análises será enviado diretamente ao fornecedor da JBS, que, pela primeira vez, terá uma visão da conformidade socioambiental de toda sua cadeia de fornecimento.

Com isso, poderá desenvolver planos para mitigar riscos e implementar ações para ajudar os produtores a regularizar as situações quando necessário.

A JBS não terá acesso a informações sensíveis, tendo acesso apenas ao resultado da análise socioambiental. Graças à tecnologia blockchain, será possível manter o compromisso com a confidencialidade das informações de terceiros.

Log-In (LOGN3) aprova emissão de R$ 340 mi em debêntures

A Log-In (LOGN3) aprovou nesta terça-feira (27) a emissão de R$ 340 milhões em debêntures.

Serão emitidas 34 mil debêntures. O valor será de R$ 10 mil cada. Elas terão prazo de vencimento de 6 anos, vencendo em 2027.

Os juros serão de 100% do DI acrescidos de 4% ao ano.

Banrisul (BRSR6) aprova pagamento de dividendos complementares

O Banrisul (BRSR6) aprovou o pagamento de dividendos complementares do exercício de 2020 no total de R$ 23,199 mi.

O valor unitário por tipo e classe de ação será de R$ 0,05595208 por ON, R$ 0,28616205 por ação PNA e R$ 0,05595208 por ação PNB.

Serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros da sociedade na data de 30/04/2021.

O pagamento ocorrerá em 28/05/2021.

IMC (MEAL3): Morgan Stanley passa a deter 4,9% das ações

A IMC (MEAL3) informou que o Morgan Stanley passou a deter 4,9% das ações da empresa.

Assim, o banco estrangeiro agora tem 13.953.857 de ações da IMC.