Itaúsa (ITSA4) tem mudança acionária relevante; BR Properties (BRPR3) fecha compromisso de venda

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação

A Itaúsa (ITSA4) recebeu nesta segunda-feira (14) comunicado da BlackRock, de que a investidora alienou ações e passou a deter, aproximadamente, 4,98% do total das ações preferenciais da companhia.

A comunicação tem data de 11 de junho, mas a operação que levou a BlackRock a tal porcentagem da Itaúsa foi realizada três dias antes, em 8 de junho. Assim, a investidora passa a ter 275.121.838 ITSA4, o que corresponde ao percentual informado.

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Como de praxe nesse tipo de movimentação, a BlackRock informou que a operação tem objetivos meramente de investimento.

Viver (VIVR3) ingressa com pedido de encerramento do processo de recuperação judicial

A Viver Incorporadora e Construtora (VIVR3) informou nesta segunda que ingressou com pedido de encerramento do processo de recuperação judicial pelo qual vinha passando a empresa e suas controladas do Grupo Viver. O processo corre perante juízo da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível da Capital de São Paulo.

O pedido, segundo a Viver, veio com as obrigações exigíveis dos planos da recuperação judicial tendo sido “integralmente cumpridas”.

Segundo recorda a empresa, “em 16 de setembro de 2016, o Grupo Viver apresentou pedido de recuperação judicial com o objetivo de reestruturar um passivo de aproximadamente R$ 931 milhões em créditos concursais do Grupo Viver. O plano de recuperação judicial foi devidamente aprovado pelos seus credores, tendo sido homologado pelo juízo em 7 de dezembro de 2017”.

“Dentre as muitas determinações que foram devidamente implementadas pelo Grupo Viver”, segue a companhia em nota ao mercado, “destaca-se que entre os anos de 2018 e 2021 foram realizadas 5 tranches de capitalização, com a conversão de dívidas em capital, e consequente pagamento dos respectivos credores”.

Foi por meio dessas capitalizações que a Viver sucedeu na quitação de 98% da dívida habilitada perante o processo. “Salientamos ainda que os valores remanescentes, assim como todos os créditos ilíquidos, cujo fato gerador seja anterior ao pedido da recuperação judicial, continuam sujeitos aos efeitos do Plano, ainda que tais débitos venham a ser liquidados após o encerramento do processo.

“A conclusão da Recuperação Judicial permitirá que a companhia continue a crescer”, encerra o comunicado.

BR Properties (BRPR3) fecha compromisso de venda do Galpão Tucano, por R$ 94 milhões

A BR Propoerties (BRPR3) celebrou compromisso com o Espaço Gaia para venda do imóvel chamado Galpão Tucano, localizado no Centro Empresarial Espaço Gaia Ar, na cidade de Jarinu, interior de São Paulo.

O local, que tem área bruta locável de 31.718 metros quadrados, foi comercializado pelo preço de R$ 94 milhões. Há ainda algumas condições a serem observadas por ambas as partes.

A BR Properties adquiriu o imóvel em março de 2018, financiado pela 9ª Emissão de debêntures da companhia, com custo de CDI mais 0,7% ao ano.

“Essa alienação reforça o sucesso da estratégia desenhada pela companhia nos últimos anos, visando, entre outros objetivos, reciclar parte de seu portfólio, rentabilizar o investimento de maneira atrativa, além de manter continuamente o processo de otimização de sua estrutura de capital”, disse a empresa, em comunicado ao mercado.

Copel (CPLE6) antecipa operação da PCH Bela Vista

A Companhia Paranaense de Energia, a COPEL (CPLE3 CPLE5 CPLE6 CPLE11) comunicou hoje que no dia 12 de junho último entrou em operação comercial a primeira unidade geradora da Pequena Central Hidrelétrica Bela Vista (PCH Bela Vista).

A PCH tem 9,8 MW de capacidade instalada e pertence 100% à Copel GeT.

A PCH Bela Vista conta com investimentos de aproximadamente R$ 200 milhões e terá capacidade instalada de 29,8 MW quando as três unidades geradoras estiverem em operação.

Segundo a Copel, foram comercializados 14,7 MW da PCH Bela Vista no 28º Leilão de Energia Nova (A-6) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ao preço de R$ 195,70/MWh, reajustado anualmente pelo IPCA, com início de suprimento previsto para 1º de janeiro de 2024.

“Com início em agosto de 2019, as obras serão concluídas até o final do terceiro trimestre de 2021, cerca de dois anos e meio antes do início do prazo para entrega do suprimento contratado, permitindo, assim, que toda a energia produzida pela PCH Bela Vista até dezembro de 2023, seja comercializada no Ambiente de Contratação Livre –ACL”, encerrou a Copel.

Equatorial (EQTL3): aumento de capital

A Equatorial (EQTL3) aprovou hoje o aumento de capital da companhia.

O valor aprovado foi de R$ 12.999.600,00, com a emissão de novas 12.999.600 ações ordinárias.

Conforme a empresa, as novas ações emitidas serão integralmente subscritas pela companhia e serão totalmente integralizadas até 31 de dezembro de 2024.

PDG Realty (PDGR3) tem alteração acionária

A PDG Realty (PDGR3) foi informada pelo acionista Marko Jovovic que a participação acionária dele na companhia atingiu 3.976.854 ações ordinárias, representativas de 7,08% do número total emitidas pela PDG.

A empresa está em processo de recuperação judicial.

A aquisição de participação relevante pelo acionista decorreu da conversão de créditos de sua titularidade habilitados na recuperação judicial.

“Ademais, o senhor Marko não possui quaisquer outros valores mobiliários conversíveis em ações da PDG e declara que não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia”, informou a PDG.

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