Aplicação no exterior é a próxima fronteira do investidor brasileiro

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

Crédito: Reprodução/Youtube

Investir no exterior como estratégia de diversificação é a próxima fronteira a ser ultrapassada pelos brasileiros. É o que afirma Bernardo Queima, sócio da HMC Itajubá.

Queima participou nesta terça-feira (27) de uma live daEQI Investimentos sobre o tema.

E apresentou aos participantes o Man AHL Target Risk, fundo multimercado de investimento totalmente no exterior, disponível na plataforma do BTG Pactual.

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Portfolio

“Cada vez mais o brasileiro vai entender que quanto mais diversificado for seu portfolio, melhor. Você acha fontes diferentes de retorno, que vão andar de maneira diversa. Você não fica mais refém de ‘Joesley days’, de aprovação de reformas. Fica menos dependente dos acertos do Brasil e do risco Brasil”, ele diz, referindo-se a momentos de grande oscilação na bolsa de valores brasileira e dos riscos fiscais que o país enfrenta desde sempre.

“Para quem pensa no longo prazo, pensa em construir um patrimônio com menos soluços, percalços no caminho, investir no exterior é um caminho natural”, afirma.

Elias Wiggers, assessor de investimentos e sócio da EQI, que mediu a conversa, concorda. “O investidor brasileiro saiu da poupança, aprendeu a investir em renda fixa, entendeu sobre títulos públicos, foi para a bolsa, para os fundos. O próximo passo é começar a expor seu capital ao mercado internacional e ir sofisticando cada vez mais seu portfolio”, diz.

“O Brasil representa 1% do mercado de capitais do planeta. É como pescar em uma lagoa ou em uma piscina, quando há um oceano de possibilidades”, compara.

Benefício da diversificação

Para ilustrar o quanto a diversificação de portfólio é positiva, Queima apresentou uma comparação do que seria um desempenho diversificado ao longo dos anos, na comparação com mercados de ações de diferentes países.

A linha preta representa a trajetória do portfolio balanceado entre os cinco mercados de ações considerados no gráfico abaixo. Repare que ela se aproxima do retorno do mercado americano (linha amarela) sem grande volatilidade.

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Reprodução/Youtube

Conheça o fundo Man AHL Target Risk

O fundo Man AHL TargetRisk é um multimercado balanceado globalmente, com gestão bastante ativa de risco. Ele não possui nenhum ativo brasileiro, mas sim de 50 mercados de 20 países.

Ele é gerido pela Man Group. A empresa que iniciou suas operações em 1783, atuando no comércio de commodities. Passou por algumas transformações ao longo de sua história. E hoje é uma das maiores e mais reconhecidas gestoras do mundo.

A estratégia do AHL é buscar retornos consistentes de médio e longo prazo através de uma alocação dinâmica em quatro classes de ativos globais: ações, títulos, inflação e crédito.

A gestão garante a adaptação da exposição de risco da carteira aos momentos de mercado, proporcionando retorno com nível estável de volatilidade – 10% no máximo.

A aplicação inicial mínima é de R$ 5 mil.

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Reprodução/BTG Pactual

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