Inflação na China: IPP avança 9% em maio na base anual; IPC sobe 1,3%

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da China recuou 0,2% em maio e teve alta de 1,3% na comparação com maio do ano passado. A projeção do mercado era por leituras melhores: queda de 0,1% e alta de 1,6%, respectivamente.

Já o Índice de Preços ao Produtor (IPP) subiu 9% na comparação com maio de 2020. É a leitura mais alta desde 2008, o que pode aumentar a pressão pelo controle de preços das commodities.

Os preços nas fábricas aumentaram desde o início do ano, devido à recuperação da demanda doméstica e global. Os analistas atribuem o aumento à alta das commodities e das matérias-primas.

Todos os produtos dos principais setores tiveram um crescimento mais rápido, de acordo com o National Bureau of Statistics (NBS) chinês. Em particular, os preços na indústria de extração de petróleo e gás natural quase dobraram em relação ao ano anterior, aumentando em 99,1%.

IPP China

Reprodução/NBS