Inflação argentina em 2019 foi a mais alta desde 1991

Paulo Amaral
null

Crédito: EnvatoElements/By Maciejbledowski

A tarefa do presidente Alberto Fernández de recolocar a Argentina nos trilhos do crescimento realmente não será fácil.

De acordo com dados divulgados nesta semana pelo Instituto de Estatísticas Indec, o país fechou 2019 com 53,8% de inflação, índice que não era estabelecido desde 1991.

Os índices do ano passado, último de Maurício Macri no poder, superaram os de 2018, ano que foi fechado com inflação de 47,6%.

A alta do custo de vida em dezembro, de 3,7%, contribuiu para o avanço da inflação e a quebra de uma marca negativa histórica, que há décadas não era alcançada.

O Indec informou ainda que os setores que mais contribuíram para a inflação acima dos 50% na Argentina foram, pela ordem, o de Saúde (72,1%), Comunicação (63,9%), Equipamentos e Manutenção do Lar (63,7%), Alimentos e Bebidas não Alcoólicas (56,8%).

Medidas emergenciais

O presidente Alberto Fernández já anunciou uma série de medidas para tentar alterar o panorama econômico da Argentina já em 2020.

Fernández determinou, entre outras coisas, o aumento dos impostos sobre exportações agrícolas, além de não poupar esforços para obter receita com ativos estrangeiros e dólares de turismo argentino gastos no exterior.

Sua carteira de investimentos está preparada para aproveitar a retomada de crescimento do Brasil? Essa pode ser a oportunidade da sua vida!

Deixe seus dados abaixo e nossa equipe entrará em contato para lhe ajudar.

Ou se preferir, ligue direto para 4007-2374.