Indústria do aço espera retomada em 2020 após produção abaixo do esperado em 2019

Luiza Carvalho Lemos Branco
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Crédito: Alexandre Mota / Reuters

Depois de um 2019 com resultados abaixo do esperado, a indústria do aço espera se recuperar no próximo ano, reforçando a necessidade de aumentar a produção e diminuir a ociosidade.

O Instituto Aço Brasil, que representa o setor, prevê queda de 8,2% na produção deste ano em comparação com 2018. Neste ano, a indústria somou 32,5 milhões de toneladas, e recuo de 2,3% nas vendas no mercado interno, totalizando 18,5 milhões de toneladas.

Mas felizmente as exportações devem aumentar 2,1% na mesma comparação, para 2,5 milhões de toneladas. Enquanto o consumo aparente (soma da produção interna e das importações menos as exportações) deve ter queda de 2,4%, chegando a 20,7 milhões de toneladas.

A indústria culpa os números fracos à retomada da economia e os choques na produção. Em nota divulgada hoje, a entidade aponta que o “mercado interno deprimido no primeiro semestre, mercado externo em turbulência associado aos problemas enfrentados no abastecimento de minério de ferro, devido à tragédia de Brumadinho, levaram a indústria brasileira do aço a apresentar resultados abaixo das previsões”.

Apesar do cenário, a expectativa é de retomada para 2020. O setor espera crescimento de 5,3% na produção, para 34,2 milhões e um aumento de 5,1% nas vendas internas, para 19,4 milhões de toneladas. Já no consumo interno, o crescimento pode ser de  5,2%, para 21,8 milhões de toneladas.

Para o Instituto Aço Brasil, o otimismo é justificado pelas reformas do governo, que asseguram “condições necessárias para que a economia cresça de forma sustentável”.

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