Indicador Antecedente de Emprego retorna a níveis pré-pandemia, com melhora no mercado de trabalho

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/FGV

O Indicador Antecedente de Emprego, da FGV, apontou alta de 4,2 pontos em junho, atingindo 87,6 pontos. Este é o maior nível desde fevereiro de 2020, quando era de 92 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador variou 3,5 pontos, para 83,2 pontos.

Comparativamente, em abril de 2020 o indicador antecedente marcava seu menor nível, com 39,7 pontos.

Para o economista Rodolpho Tobler, responsável pela pesquisa, o mercado de trabalho começou a dar sinais de recuperação.

“O indicador fechou o segundo trimestre recuperando as perdas sofridas no início do ano e retornando ao maior patamar desde o início da pandemia. A recuperação econômica, a redução do número de mortes por Covid e a flexibilização das medidas restritivas parecem contribuir com a melhora do cenário. A expectativa para os próximos meses é de continuidade dessa recuperação, mas ainda existe muita incerteza. O avanço da vacinação e o controle da pandemia continuam sendo fundamentais para o processo de retomada”, afirma.

Todos os componentes do indicador contribuíram para a alta do mês, com a maior influência positiva vindo do indicador que mede a tendência dos negócios no setor dos Serviços, com aumento de 8,1 pontos.

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Antecedente de emprego

Reprodução/FGV Ibre