IGP-M avança a 0,76% na segunda leitura de novembro

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), medido pela FGV, avançou 0,76% na segunda leitura de novembro, com aceleração em relação a igual período de setembro, quando o indicador registrou recuo de 0,03%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) segue pressionando a alta, subindo 0,77%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) também acelerou, registrando 0,60%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) recuou para 0,82%.

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IGP-M de outubro

Em outubro, o IGP-M variou 0,64% em outubro, após recuar 0,64 em setembro. O consenso era por avanço menor, de 0,30%. Em 12 meses, a alta do indicador é de 21,73%. No ano, o acumulado é de 16,74%.

O que é o IGP-M?

O IGP-M é uma das versões do IGP (Índice Geral de Preços), indicador que registra a alta de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços ao consumidor final.

Esse índice foi criado em 1940 pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) para avaliar de forma abrangente o movimento de preços.

No IGP-M, o período de apuração vai do dia 21 do mês anterior ao dia 20 do mês atual. Esse indicador costuma ser o mais usado para o reajuste de contratos de aluguéis, planos e seguros de saúde. Dentro do IGP-M são considerados os preços ao consumidor, ao produtor e os custos de construção.

No entanto, com o salto do índice nos últimos 12 meses, a FGV já anunciou que estuda a substituição por um novo indicador para reajustar os aluguéis.