IGP-10 desacelera em março, de 2,99% para 1,58%, mas fica acima da estimativa

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.
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Crédito: Reprodução/Pixabay

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 1,58% em abril, acima da estimativa de 1,38% do mercado. O resultado marca uma desaceleração em relação à março, quando o indicador avançou 2,99%.

Com isto, a variação é de 9,16% no ano e de 31,74% em 12 meses. Em abril do ano passado, o índice variara 1,13% no mês e acumulava elevação de 6,73% em 12 meses.

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IGP-10: preços das matérias-primas caem

A desaceleração da inflação ao produtor foi a principal contribuição para o recuo da taxa do IGP-10.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,79%. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 3,69%.

A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 17,61% para 6,75%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,87%, ante 0,71% da leitura anterior. Destaque para o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,27% para 0,78%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja taxa passou de 0,01% para 1,36%.

Também apresentaram acréscimo Habitação (0,34% para 0,63%), Transportes (2,97% para 3,19%), Comunicação (-0,18% para 0,23%), Vestuário (-0,09% para 0,12%), Despesas Diversas (0,21% para 0,38%) e Alimentação (0,04% para 0,05%).

Em contrapartida, apenas o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,21% para -0,60%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 1,24% em abril.

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