FII: IFIX fecha o ano em queda de 10,2%; no dia, avança 0,53%

Regiane Medeiros
Colaborador do Torcedores
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No último pregão de 2020, o IFIX seguiu em viés de alta pelo 10º dia seguido, registrando a maior alta desde 09 de março de 2020.

Para esta quarta-feira (30) o índice registrou mínima de 2.855,04 pontos e máxima de 2.873,55 pontos, fechando o dia em alta de 0,53%, aos 2.870,15 pontos.

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Já no acumulado de 2020, o índice fechou em queda de 10,2%.

No auge da pandemia de Covid-19, em março, o índice registrou o pior desempenho mensal, despencando 15,85%.

Por outro lado, em junho, o IFIX mostrou a melhor recuperação para o mês em 2020, avançando 5,59%.

Em dezembro o índice de FIIs também fechou o mês no positivo, com alta de 2,19%.

A movimentação financeira para o último dia de 2020 foi de R$ 190,85 milhões.

Destaques do dia

As maiores altas da carteira foram em: Vila Olímpia Corporate (VLOL11), Santander Renda de Aluguéis (SARE11), Plural Recebíveis Imobiliários (PLCR11), XP LOG (XPLG11), CSHG Real Estate (HGRE11).

Na direção contrária, as maiores quedas foram em: Via Parque Shopping (FVPQ11), Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), BB Progressivo (BBFI11B), Hedge Brasil Shopping (HGBS11), Barigui Rendimentos (BARI11).

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Veja o gráfico do dia

Fonte:B3

Veja o gráfico de 2020

Fonte: B3

FII: Maiores Altas do dia

Empresa (ticker)PreçoOscilação
VLOL11R$ 108,004,25%
SARE11R$ 96,852,55%
PLCR11R$ 93,502,52%
XPLG11R$ 124,002,39%
HGRE11R$ 157,001,82%

FII: Maiores Baixas do dia

Empresa (ticker)PreçoOscilação
FVPQ11R$ 143,01-1,36%
KNRI11R$ 162,32-1,27%
BBFI11BR$ 2.075,05-1,14%
HGBS11R$ 216,13-0,85%
BARI11R$ 115,41-0,76%

IFIX versus ações

Criado pela Bolsa brasileira, o IFIX tem por objetivo medir a performance de uma carteira.

Trata-se de uma composição de cotas de Fundos Imobiliários que são listados para negociação nos ambientes administrados pela bolsa. Entretanto, esse indicador costuma variar bem menos que o próprio Ibovespa.

Nesta quarta o conjunto de FIIs seguiu na direção contrária ao  principal índice da bolsa que caiu 0,33%. Já na comparação anual, enquanto o IFIX caiu 10,2%, o Ibovespa avançou 2,92%.

Veja a movimentação de FII

O BTG Pactual, administrador do FII Bluecap Renda Logística (BLCP11), informou a abertura de nova emissão de cotas.

Desse modo, a 2ª emissão será de até 2.115.259 de cotas, por meio das quais o FII pretende levantar o montante de até R$ 213,112 milhões.

O preço de aquisição por cota da 2ª emissão foi definido em R$ 100,75 cada, acrescido do custo unitário de distribuição no valor de R$ 1,84.

Já o período para exercício do direito de preferência compreende entre 07 de janeiro de 2021 (inclusive) e 20 de janeiro de 2021 (inclusive).

Segundo o comunicado,os recursos líquidos da oferta serão destinados, pelo Fundo, para a aquisição de ativos compatíveis com a política de investimentos do BLCP11.

A oferta restrita é destinada exclusivamente a investidores profissionais.

SEQR11 retifica 1ª emissão de cotas do Fundo

A Vórtx, na qualidade de administradora do Sequoia III Renda Imobiliária (SEQR11), comunicou a retificação e ratificação das condições da 1ª emissão de cotas do Fundo.

Dessa forma, o montante inicial da oferta passará a ser de até 859.270 novas cotas, todas escriturais, a serem integralizadas à vista, no valor de R$ 100,00 cada, sem considerar a taxa de distribuição primária.

O montante total da oferta é de R$ 85,927 milhões.

HLOG11 adquire ativo por R$ 44,784 milhões

O FII Hedge Logística (HLOG11) firmou contrato de aquisição da totalidade das ações da TCP Salto Industrial, proprietária do imóvel denominado condomínio logístico e industrial Salto, localizado na cidade de Salto (SP).

O valor da transação é de R$ 44,784 milhões e o cap rate da operação é estimado em 8,45%.

RBRP11 impetra mandado de segurança em face da Receita Federal

O FII RBR Properties (RBRP11) comunicou que impetrou mandado de segurança em face da Receita Federal a fim de que seja reconhecido o direito de não se sujeitar ao recolhimento de IR e IR-Fonte sobre rendimentos e ganhos líquidos auferidos na venda de cotas de outros Fundos.

Com isso o RBRP11 busca o reconhecimento do direito de compensar os valores que foram, ou vierem a ser indevidamente pagos a título desses impostos, devidamente atualizados mediante a aplicação da taxa SELIC, desde a data dos pagamentos indevidos realizados.

“Cabe ressaltar que não se trata de uma medida judicial com garantia de sucesso, podendo o Fundo obter uma decisão desfavorável”, informou o administrador do RBRP11.

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