FII: IFIX cai 0,02% no dia puxado por GGRC11 e HGFF11

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.
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Crédito: Pexels

Em um dia marcado por poucas oscilações, o IFIX fechou a sessão desta segunda-feira (16) em leve queda de 0,02%, aos 2.802,89 pontos.

Na mínima do dia, o  índice de FIIs  bateu em 2.802,01 pontos. Já a máxima atingiu 2.809,17 pontos.

Para o acumulado de novembro, o IFIX registra alta de 1,31%. No ano, a queda é de 12,38%.

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A movimentação financeira para a segunda-feira foi de R$ 224,65 milhões.

Destaques do dia

As maiores altas da carteira foram em: Hectare CE (HCTR11), XP Corporate Macaé (XPCM11), Plural Recebíveis Imobiliários (PLCR11), Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11), Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11).

Por outro lado, as maiores quedas foram em: GGR COVEPI (GGRC11), CSHG Imobiliário FOF (HGFF11), Vinci Logística (VILG11), Ourinvest Logística (OULG11), Votorantim Logística (VTLT11).

Veja o gráfico do dia

Fonte:B3

FII: Maiores Altas

Empresa (ticker)PreçoOscilação
HCTR11R$ 148,852,21%
XPCM11R$ 49,032,19%
PLCR11R$ 85,501,50%
BCRI11R$ 107,281,19%
MFII11R$ 135,251,06%

FII: Maiores Baixas

Empresa (ticker)PreçoOscilação
GGRC11R$ 133,00-2,15%
HGFF11R$ 92,23-1,62%
VILG11R$ 125,95-1,37%
OULG11R$ 90,01-1,09%
VTLT11R$ 114,90-1,09%

IFIX versus ações

Criado pela Bolsa brasileira, o IFIX tem por objetivo medir a performance de uma carteira.

Trata-se de uma composição de cotas de Fundos Imobiliários que são listados para negociação nos ambientes administrados pela bolsa. Entretanto, esse indicador costuma variar bem menos que o próprio Ibovespa.

Em comparação à bolsa, nesta segunda o conjunto de FIIs registrou desvalorização, em contraponto ao principal índice da bolsa, que saltou 1,63%.

Veja a movimentação de FII

VGIP11 lança 3ª emissão de cotas do FII

O BTG Pactual, administrador do fundo de investimento imobiliário (FII) Valora CRI Índice de Preço (VGIP11), informou a abertura de nova emissão de cotas.

Desse modo, a 3ª emissão será de no mínimo, 104.855 e, no máximo, 1.048.548 de cotas.

O preço de aquisição por cota da 3ª emissão foi definido em R$ 95,37 cada.

O FII pretende levantar o montante de, no mínimo, R$ 10 milhões e, no máximo, R$ 100 milhões.

Os Cotistas poderão manifestar o exercício de seu direito de preferência durante o período entre os dias 20 de novembro de 2020 e 02 de dezembro de 2020.

BCRI11 anuncia 8ª emissão com 800 mil cotas

A BRL Trust, na qualidade de administradora do FII Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11), comunicou ao mercado a abertura da 8ª emissão de cotas.

Assim sendo, com a nova emissão serão lançadas 800 mil cotas, pelo valor unitário de R$ 100,00.

O FII pretende levantar o montante de R$ 10 milhões na 3ª emissão.

Os cotistas que tiverem interesse em exercer o direito de preferência deverão se manifestar no período entre os dias 20 de novembro de 2020 a 03 de dezembro de 2020, inclusive, na B3.

BRIP11 adquire imóveis por R$ 38,4 milhões

O FII Brio Real Estate (BRIP11) aprovou a aquisição de terrenos para desenvolvimento de projetos residenciais de médio-alto padrão denominados “Ministro Ferreira Alves” e “Padre Antônio”, situados nos bairros Perdizes e Brooklin, respectivamente.

A transação foi realizada pelo montante de R$ 38,4 milhões, sendo R$ 14,676 milhões para o ativo Ministro Ferreira Alves e R$ 23,724 milhões para o ativo Padre Antônio.

Com as transações, o Fundo passa a ter 16,24% do seu capital total comprometido nos dois projetos localizados na cidade de São Paulo.

RCRB11 compra cotas de FII pelo montante de R$ 44,79 milhões

O FII Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11) realizou a aquisição de 423.797 cotas do Brazil Real Estate Victory Fund I (BREV11), pelo valor unitário de R$ 105,70, totalizando R$ 44,79 milhões.

A aquisição ocorreu por um preço por cota abaixo da cota patrimonial do BREV11 que, em setembro de 2020, era de R$ 107,25 por cota.

“O BREV11 é um fundo imobiliário com um portfólio de ativos corporativos de excelente qualidade e localização, em linha com os ativos do Fundo hoje e dentro da estratégia da gestão de construção de um portfólio amparado nestas características”, destacou o administrador do RCRB11.

A gestão estima um dividend yield estabilizado de 7% ao ano com este investimento, após período de carências/diferimentos em vigor.

Com a aquisição, o Fundo passa a ser detentor de 50,9% das cotas do BREV11.

XPPR11 realiza contrato de locação por 60 meses

O XP Properties (XPPR11) celebrou o contrato de locação não residencial com a SGS do Brasil, companhia multinacional, líder em serviços de inspeção, verificação, testes e certificação de atividades industriais

O contrato foi estabelecido pelo prazo de vigência de 60 meses a partir de 01/01/2021.

Já a receita acumulada do contrato, considerando a soma dos recebíveis relativos aos 12 primeiros meses de vigência, é estimada em R$ 0,18 por cota.

A partir do 13º mês a receita mensal, por cota, sem considerar a correção inflacionária, é estimada em R$ 0,02 por cota.

Com este novo contrato, considerando o portfólio atual do Fundo, a vacância dos imóveis reduzirá de 16% para 11%.

FII: Confira os rendimentos divulgados

GCFF11: R$ 1,29 por cota em 20/11

SHDP11: R$ 3,197851243 por cota em 20/11

MGCR11: R$ 0,14088927 por cota em 20/11

MORE11: R$ 0,90 por cota em 20/11

BLCP11: R$ 0,700187338 por cota em 20/11

TRNT11: R$ 0,41 por cota em 20/11

HCRI11: R$ 3,0906886 por cota em 20/11

BVAR11: R$ 6,42 por cota em 23/11

BTLG11: R$ 0,6 por cota em 25/11

ELDO11B: R$ 3,17 por cota em 23/11

BLCP11: R$ 0,700187338 por cota em 20/11

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